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Mais infra-estruturas são erguidas no Sumbe

Victor Pedro | Sumbe

Um centro médico, com capacidade para 16 camas, vai em breve ser construído no bairro da Pedra, no município do Sumbe, província do Kwanza-Sul, no quadro do programa do Executivo de municipalização dos serviços e dos cuidados primários de saúde.

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Fotografia: Jornal de Angola

Um centro médico, com capacidade para 16 camas, vai em breve ser construído no bairro da Pedra, no município do Sumbe, província do Kwanza-Sul, no quadro do programa do Executivo de municipalização dos serviços e dos cuidados primários de saúde.
O facto foi revelado na quarta-feira, durante uma visita de constatação da administradora adjunta do Sumbe, Elsa Lialunga, a vários empreendimentos e infra-estruturas de impacto social, em construção nas reservas fundiárias da cidade do Sumbe.
A governante esteve na comuna da Ngangula, onde estão a ser erguidas várias infra-estruturas, entre elas uma escola primária com seis salas, para albergar 270 alunos, em dois períodos, cujas obras se encontram em fase conclusiva. Na região estão também em construção 30 casas evolutivas e uma cozinha comunitária, cuja entrega oficial está prevista para o próximo mês de Agosto.   />No bairro do Chingo, Elsa Lialunga visitou as obras das dez casas evolutivas que estão a ser construídas para acomodar técnicos e outros quadros que vão trabalhar nos diversos sectores públicos.
Na nova centralidade, a governante recebeu  explicações pormenorizadas do empreiteiro, sobre o andamento das obras que tiveram início em Abril, que prevêem a construção de duas mil casas T3 e T2.
No final da visita, Elsa Lialunga mostrou-se satisfeita com o dinamismo e celeridade dos trabalhos e apelou aos demais empreiteiros no sentido de continuarem com a mesma vontade, força e empenho nas tarefas incumbidas, para serem cumpridos os prazos estabelecidos e exigidos pelo Governo Provincial.
Nesta visita, a administradora municipal adjunta fez-se acompanhar de funcionários da direcção provincial do Urbanismo e Construção, técnicos do Instituto Nacional do Território (INOT) e do Instituto de Geodesia e Cartografia de Angola.

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