Províncias

Mais pessoas alfabetizadas

Manuel Tomás | Sumbe

Mais de 48 mil cidadãos das províncias de Kwanza-Sul, Huambo, Bengo, Bié, Moxico, Lunda-Sul e Luanda foram alfabetizados, desde 2002 até o primeiro trimestre deste ano, pela Organização Não-Governamental Alfalit Angola, uma instituição especializada em educação para jovens e adultos, nutrição e desenvolvimento comunitário.

Mais de 48 mil cidadãos das províncias de Kwanza-Sul, Huambo, Bengo, Bié, Moxico, Lunda-Sul e Luanda foram alfabetizados, desde 2002 até o primeiro trimestre deste ano, pela Organização Não-Governamental Alfalit Angola, uma instituição especializada em educação para jovens e adultos, nutrição e desenvolvimento comunitário.
De acordo com o presidente da ONG, Sukana Diki Seko, que revelou na quinta-feira a informação, no município da Kibala, no Kwanza-Sul, sede da Alfalit, está a ser implementado um projecto, denominado Mulher da Kibala, no qual já participaram 605 alfabetizados, dos quais 196 homens. Inicialmente, estava matriculado no curso um grupo de 900 pessoas.
Para o arranque deste projecto, segundo o responsável, foram cons­tituídas 30 turmas.
O curso, que teve a duração de 14 meses, foi financiado pelo Governo dos Estados Unidos da América, através da sua Agência para ­o ­Desenvolvimento Internacional (USA­ID) e ExxonMobil, que contribuíram com cerca de 200 mil ­dólares.
Sukana Diki Seko garantiu que o programa vai ser estendido a outras localidades, para dotar os participantes de conhecimentos académicos básicos e conceitos de capacidade empreendedora, o que permitirá não só prosseguir os estudos, como também iniciar o próprio negócio, visto que uma pessoa inletrada tem dificuldades de várias ordens.  Por isso, acrescentou, a toda necessidade de todos aprendermos.
Segundo o presidente da Alfalit, que tem o Ministério da Educação, igrejas e outros agentes sociais como parceiros do Estdao, o objectivo da ONG tem por missão tirar os cidadãos das trevas para a luz, para melhor compreenderem a evolução do país e participarem activamente na reconstrução nacional.
O responsável salientou que “precisamos de uma Angola com um reduzido número de analfabetos” e, para tal, é necessário o contributo de toda a sociedade civil.

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