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Médicos e enfermeiros são necessários no Ebo

Carlos Bastos | Ebo

A carência de médicos e enfermeiros no município do Ebo preocupa as autoridades e as populações locais, disse o administrador municipal, Rui Feliciano Miguel. O administrador falava no final de um encontro com o governador provincial do Cuanza Sul, Eusébio de Brito Teixeira, em visita ao município.

 

Rui Feliciano Miguel disse que a satisfação das necessidades do município na área da saúde passa pela contratação de pelo menos seis médicos, 40 enfermeiros e dez técnicos de diagnóstico.
O administrador do Ebo disse que o governo do Cuanza Sul vai este ano dedicar uma atenção especial ao sector, para solucionar os problemas que enfrenta, de modo a melhorar a prestação de serviços à população que procura diariamente os hospitais, centros e postos médicos.
Rui Feliciano Miguel apontou a falta de prevenção e hábitos de vida errados como causa de doenças como a desidratação, disenteria, diabetes e hipertensão arterial.
O administrador apelou à população para mudar de estilo de vida através da prática de actividades físicas, alimentação saudável, uso de mosquiteiro, higiene individual e limpeza do meio ambiente.
O município do Ebo possui um hospital municipal, dois centros de saúde, 22 postos médicos e um corpo clínico constituído por um médico e  60 enfermeiros.

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