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Muitos bilhetes de identidade são emitidos no Kwanza-Sul

Casimiro José | Sumbe

O chefe de departamento provincial do Kwanza-Sul de identificação civil e criminal, Francisco Júlio Viagem, disse no sábado ao Jornal de Angola, no Sumbe, que foram emitidos, entre Janeiro e Setembro deste ano, 3.018 bilhetes de identidade a nível da província.

O chefe de departamento provincial do Kwanza-Sul de identificação civil e criminal, Francisco Júlio Viagem, disse no sábado ao Jornal de Angola, no Sumbe, que foram emitidos, entre Janeiro e Setembro deste ano, 3.018 bilhetes de identidade a nível da província.
 De acordo com Francisco Júlio Viagem, o processo de emissão do bilhete de identidade envolve 48 técnicos e decorre na sede da província, apoiada por duas unidades móveis, das quais uma apenas faz o processamento de dados biográficos e biométricos que depois encaminha para a sede da província, para o devido tratamento.
 Para este responsável é indiscutível que tem havido melhorias nos últimos tempos, relacionadas com o atendimento ininterrupto aos cidadãos, regularidade do fornecimento de energia eléctrica e estabilidade do sinal da Internet. Acrescentou que o trabalho está a ser facilitado com a colaboração dos cidadãos em trazerem documentos comprovativos de assentos de nascimento.
A grande contrariedade apontada por ele prende-se com a falta de instalações nos municípios, assinalando que ao nível da província do Kwanza-Sul elas existem nos municípios do Amboim (Gabela), Cela (Wako-Kungo) e Libolo, enquanto os restantes aguardam pelo plano central de construção de instalações, aprazado para 2011.
 Júlio Viagem defende que a admissão de novos quadros para o sector deve ser acompanhada com a construção de estruturas de identificação civil e criminal, para se evitarem congestionamentos e ou desmotivação das pessoas recém-enquadradas.
 “O enquadramento de novos quadros no sector da Justiça veio em boa altura, porque vai facilitar o trabalho, mas o grande problema é que muitos deles não encontraram instalações para trabalhar condignamente, por falta destas e de outras condições indispensáveis”, disse. Sobre os equipamentos informáticos, Júlio Viagem assegurou que a assistência está garantida, através da empresa brasileira DGM.

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