Províncias

Novas centralidade da cidade do Sumbe

Manuel Tomás | Sumbe

Uma nova centralidade com dois mil fogos habitacionais vai ser edificada na área dos ex-Carvalhos, arredores do Sumbe, província do Kwanza-Sul, no quadro do programa nacional para a habitação, lançado pelo Executivo.

As habitações a serem edificadas são sociais e de custos baixos e vão servir para alojar pessoas que construíram em áreas de risco
Fotografia: Jornal de Angola


 
Uma nova centralidade com dois mil fogos habitacionais vai ser edificada na área dos ex-Carvalhos, arredores do Sumbe, província do Kwanza-Sul, no quadro do programa nacional para a habitação, lançado pelo Executivo.
O governador provincial Serafim do Prado disse que, numa primeira fase, vão ser construídas novas centralidades no Porto Amboim, com mil habitações, Cela (Waku Kungo) e Gabela (Amboim) com mil cada.
Sem revelar a duração da empreitada e os custos a envolver nas obras, Serafim do Prado esclareceu que para os restantes oito municípios estão planificados 200 fogos para cada um na estrutura de autoconstrução dirigida.
As habitações a serem edificados são sociais e de custos baixos e vão servir para alojar pessoas que construíram desordenadamente em áreas de risco nos bairros periféricos, nas valas de drenagem das águas pluviais ou em zonas que constituem reserva do Estado. />Por altura da listagem das pessoas a desalojar das áreas interditas, o governante solicitou apoio das administrações municipais, autoridades tradicionais, associações cívicas e outras, para impedir que as novas residências sejam entregues a indivíduos oportunistas. O governador da província do Kwanza-Sul reconheceu que o processo de descentralização adoptado pelo Executivo que dá autonomia aos governos provinciais para tratarem, na sua área de jurisdição, da maior parte das questões financeiras e outras referentes ao processo da edificação das novas centralidades e casas sociais, facilita sobremaneira o trabalho. Na província, está em curso a edificação de um condomínio habitacional na zona do cemitério, para acomodação de médicos e docentes, e demais quadros que laboram em diversas instituições públicas que vivem em casas arrendadas.    

Tempo

Multimédia