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Poucas vagas disponíveis

Manuel Tomás | Sumbe

O Instituto Nacional de Petróleos (INP), no município do Sumbe,  inscreveu para este ano lectivo 628 alunos, da décima à 12ª classe, para disputarem as 220 vagas disponíveis.

Falta de espaço faz com que haja poucas vagas no Sumbe para o presente ano lectivo
Fotografia: Fernando Camilo |

O sub-director pedagógico do INP, Alegria Raúl Joaquim, disse que os candidatos foram submetidos a testes de admissão nas disciplinas de Português e Matemática.No pretérito ano lectivo estudaram nos vários cursos cerca de 600 estudantes do ensino médio e outros 250 provenientes de companhias petrolíferas. As aulas foram asseguradas por 60 professores, entre nacionais e expatriados.
Alegria Raúl Joaquim afirmou que a instituição pretende maior número de alunos, mas debate-se com limitações, devido a insuficiência de espaço.
O estabelecimento tem duas vertentes de formação: a média técnica e a profissional. A primeira compreende cursos de manutenção industrial, instrumentação, perfuração e produção, minas, mecânica de instalação petrolífera, geologia de petróleos, refinação e de processamento de gás, para os alunos com idades compreendidas entre 15 e 17 anos. A formação profissional técnica é ministrada a candidatos seleccionados pelas empresas petrolíferas que operam no país, em cursos de electricidade industrial, operadores de produção, mecânica de manutenção, refrigeração, instrumentação, inglês e informática.
Alegria Raúl Joaquim informou que para uma condigna subsistência dos alunos na escola, o Estado presta um conjunto de bens e serviços estimados em cerca de 70 por cento do orçamento cabimentado.
Os pais e encarregados de educação, acrescentou, vão este ano lectivo comparticipar com 400 mil kwanzas, para suportar despesas com alimentação, lavandaria, assistência médica, entre outros gastos.
O Instituto Nacional de Petróleos já formou 4.554 técnicos em várias especialidades do ramo dos petróleos e, no quadro do plano nacional de formação de quadros para o período 2013/2017, prevê a formação de cerca de oito mil quadros angolanos qualificados, para a sua colocação no mercado do trabalho, visando a angolanização do sector, segundo Alegria Joaquim.

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