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Prevenção diminui mortes por malária

Carlos Bastos| Sumbe Carlos Agnelo|Longonjo

Os serviços públicos de saúde na província do Kuanza-sul registaram, de Janeiro a Maio deste ano, 246 óbitos por malária, contra 406 nos cinco meses anteriores, informou na cidade do Sumbe o supervisor provincial de controlo da doença.

Hospital regista uma baixa de casos de malária devido às medidas de prevenção
Fotografia: Jornal de Angola

Os serviços públicos de saúde na província do Kuanza-sul registaram, de Janeiro a Maio deste ano, 246 óbitos por malária, contra 406 nos cinco meses anteriores, informou na cidade do Sumbe o supervisor provincial de controlo da doença.
Para diminuir o índice de mortalidade, foram distribuídos mosquiteiros impregnados com insecticida de longa duração a famílias com grávidas e crianças menores de cinco anos.
 Outras medidas preventivas, como a pulverização domiciliária e a fumigação em áreas residenciais, estão a ser aplicadas.
“Estamos engajados em combater os elevados índices de prevalência da doença na província, por ser a principal causa de morte. A distribuição de mosquiteiros é feita de forma gratuita”, disse.
O Programa de Luta contra a Malária conta com a parceria da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a ONG norte-americana Africare. Os municípios do Sumbe, Porto-Amboim e Amboim são os que apresentam maiores índices de malária na província do Kuanza-Sul.

  Redução drástica da doença 

 O hospital do Longonjo registou em Junho apenas um caso de malária, contra 1.486 de idêntico mês do ano passado, disse ontem, ao Jornal de Angola, o chefe de repartição municipal da Saúde.
Henriques Aurélio afirmou que a redução drástica dos casos de morte por malária se deve ao programa de combate às larvas, às palestras nas comunidades sobre a importância da higiene nas casas e às campanhas de vacinação.  
As diarreias e as doenças respiratórias agudas também diminuíram em Junho, pois foram diagnosticados 788 casos, sem mortes, contra 3.105 registados no mesmo mês de 2011.
 Em Junho foram registados 44 casos de infecções urinárias e 104 de febre tifóide, o que também representam diminuições em relação ao ano passado. O município do Logonjo, com 64. 826 habitantes, tem 11 unidades sanitárias, 230 técnicos de saúde e três médicos.
 
 Idosos recebem doação
 
Mais de 50 idosos da aldeia de Kalenga-Njolo, comuna do Lépi, e 24 do bairro Queleboi, periferia da vila, receberam arroz, fuba, óleo alimentar, sal, sabão, cobertores e panos oferecidos pela repartição do Logonjo dos Assuntos Social. A repartição dos Assuntos Sociais no Longonjo tem o registo de 990 pessoas da terceira idade, 494 na sede municipal, 466 na comuna de Chilata e 30 na comuna do Lépi.

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