Províncias

Produção agro-pecuária em força no Kwanza-Sul

Casimiro José | Waku-Kungo

O governador provincial do Kwanza-Sul, Eusébio de Brito Teixeira, anunciou, na cidade do Wako-Kungo, município da Cela, o plano de desenvolvimento agro-pecuário a ser implementado nos municípios com tradição na produção, em grande escala, de cereais, tubérculos e leguminosas para garantir a auto-suficiência alimentar e exportação.

Plano de desenvolvimento agro-pecuário focado na auto-suficiência alimentar e exportação
Fotografia: Jornal de Angola

O governador provincial do Kwanza-Sul, Eusébio de Brito Teixeira, anunciou, sexta-feira, na cidade do Wako-Kungo, município da Cela, o plano desenvolvimento agro-pecuário a ser implementado nos municípios com tradição na produção, em grande escala, de cereais, tubérculos e leguminosas para a garantir a auto-suficiência alimentar e exportação.
Eusébio de Brito apontou os municípios da Cela, Quibala, Ebo e Cassongue, como sendo os potenciais produtores no domínio agro-pecuário e os de Amboim e Libolo no domínio cafeícola e Porto Amboim nas pescas.
O anúncio do plano de desenvolvimento agro-pecuário e pescas foi anunciado junto dos membros do Conselho de auscultação e concertação social dos municípios do Ebo e da Cela durante a apresentação dos novos administradores, respectivamente Rui Feliciano Miguel e Amélia Agria Russo.
“A produção nacional, sobretudo de carnes, cereais e outros está muito longe de satisfazer as necessidades de consumo na província e no país em geral”, sublinhou o governador, exortando as autoridades do Ebo e da Cela a mobilizarem os empresários nacionais para se alcançarem as metas preconizadas pelo Executivo. “Nós todos somos poucos para produzirmos o necessário, sobretudo em carnes, por isso, temos de trabalhar para que alcançarmos a auto-suficiência alimentar”, disse
Eusébio de Brito que se mostrou preocupado com como os empresários e fazendeiros que detêm grandes parcelas de terras há mais de cinco anos, mas com baixo rendimento. “O governo vai proceder a reavaliação da titularidade das terras para que a posse de terras seja de conformidade com as possibilidades financeiras e de gestão, como premissa para desenvolver as localidades e gerar empregos”, acrescentou.

Tempo

Multimédia