Províncias

Sector agrícola espera obter boas colheitas

Casimiro José | Ebo

O sector empresarial agrícola e as famílias camponesas no município do Ebo, Kwanza-Sul, esperam obter boas colheitas de cereais, tubérculos e hortícolas na campanha agrícola 2010/2011, afirmou ontem ao Jornal de Angola o chefe de Estação de Desenvolvimento Agrário (EDA), Luzonzo Bassolua.

O sector empresarial agrícola e as famílias camponesas no município do Ebo, Kwanza-Sul, esperam obter boas colheitas de cereais, tubérculos e hortícolas na campanha agrícola 2010/2011, afirmou ontem ao Jornal de Angola o chefe de Estação de Desenvolvimento Agrário (EDA), Luzonzo Bassolua.
Durante a campanha foram preparados 300 hectares com o sistema mecanizado, 55 hectares através da tracção animal e 56,3 em sistema manual das famílias camponesas. Para a presente safra prevê-se que sejam colhidas 19,3 toneladas de milho, 945 de feijão, 2,4 de ginguba, 88,1 de mandioca 1,1 de batata-doce, 560 de batata rena, 1.960 de hortícolas, 1,1 de abacaxi e 2,3 de banana. 
Luzonzo Bassolua anunciou que, para apoiar as famílias camponesas, foram distribuídos meios agrícolas que compreendem 3.198 enxadas europeias, 7.300 catanas, 500 limas e cinco toneladas de semente de milho.

Crédito de campanha

Para a implementação do crédito de campanha, foram remetidos à agência do Banco Sol da Quibala 1.760 processos, repartidos em 176 grupos, constituídos por dez beneficiários cada grupo.
O chefe da EDA do Ebo considera que, com o crédito de campanha, os camponeses da região vão ganhar mais dinamismo e, ao mesmo tempo, optarem pela diversificação das culturas para consumo e comercialização.
A constituição de associações foi apontada por Luzonzo Bassolua como sendo o caminho mais viável para permitir ao sector agrícola receber os apoios necessários e criar sinergias entre os sócios das referidas associações.
O uso inadequado de fertilizantes e pesticidas pelos camponeses tem estado na origem da deterioração de terras e de doenças, razão pela qual aquele responsável defende a necessidade de se apostar na formação dos trabalhadores rurais para orientação técnica dos mesmos, além da disponibilização dos equipamentos de protecção, como luvas, botas, máscaras e outros.

Tempo

Multimédia