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Sistema de drenagem construído em Janeiro

Manuel Tomás | Sumbe

As obras do sistema de drenagem e saneamento básico da cidade do Sumbe, província do Kwanza-Sul, arrancam em Janeiro.
A informação foi prestada sexta-feira pelo administrador do município do Sumbe, Sebastião Neto, à margem de uma visita efectuada por uma delegação central do Ministério do Urbanismo e Construção, à localidade.

As obras do sistema de drenagem e saneamento básico da cidade do Sumbe, província do Kwanza-Sul, arrancam em Janeiro.
A informação foi prestada sexta-feira pelo administrador do município do Sumbe, Sebastião Neto, à margem de uma visita efectuada por uma delegação central do Ministério do Urbanismo e Construção, à localidade.
Sebastião Neto disse que a cidade do Sumbe, concebida nos anos 50, tinha, no início, cinco mil habitantes, número muito distante dos actuais 180 mil.
A cidade do Sumbe, acrescentou o administrador Sebastião Neto, carece de uma intervenção de fundo, no tocante à reparação de esgotos, substituição das redes técnicas e terraplanagem de algumas artérias.

Recolha de lixo

Sebastião Neto aconselhou os munícipes a depositarem o lixo nas horas predefinidas, evitando a dispersão de esforços por parte dos trabalhadores de limpeza. O administrador do Sumbe disse que várias obras foram feitas na cidade, entre as quais o arranjo dos passeios, a colocação de iluminação pública nos bairros periféricos e a reparação de ruas. Foram ainda construídas, reabilitadas e apetrechadas escolas, assim como foram erguidas residências para professores. 
No quadro da municipalização dos serviços de saúde, reabilitou-se o centro municipal de saúde do Chingo, com um consultório, sala de observação e farmácia.
Ainda no quadro deste programa, as autoridades reinauguraram o posto de saúde da Pomba Nova e o sistema de iluminação pública do bairro da Assaca.
Em relação ao programa “Água para todos”, a central de captação e tratamento  do Sumbe recebeu um novo grupo gerador, para permitir o bombeamento da água, e viu reparados os seus dois reservatórios.  Para Sebastião Neto, muito há por se fazer em termos de abastecimento de água, porque o Sumbe  tem 5.100 quilómetros quadrados e  300 mil  habitantes.

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