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Sumbe passa a tratar águas residuais

Manuel Tomás | Sumbe

As autoridades da província do Kwanza-Sul vão construir uma nova estação de tratamento de águas residuais, para a cidade do Sumbe.

Além do tratamento das águas residuais da zona urbana e bairros periféricos do Sumbe as autoridades apostam na extensão da rede domiciliária
Fotografia: Jornal de Angola

As autoridades da província do Kwanza-Sul vão construir uma nova estação de tratamento de águas residuais, para a cidade do Sumbe. O programa das autoridades é apresentado hoje no Sumbe e prevê ainda a reabilitação da maior parte da rede de distribuição de água e de esgotos, num orçamento global de 300 milhões de kwanzas.
De acordo com o programa, os participantes vão tomar conhecimento da reabilitação e reforço do sistema de abastecimento de água com as condutas e armazenamento, reabilitação e extensão da rede de distribuição domiciliária.
A drenagem e tratamento das águas residuais da zona urbana e dos bairros periféricos, constam igualmente do programa, para os próximos anos.
Entre os bairros a serem contemplados, consta o da Praia, Calundo, Inconcom, E/15, Pedra Um, Salinas e Alto Chingo, onde o abastecimento de água potável em alguns casos é efectuado por cisternas particulares.
A apresentação pública do projecto de abastecimento de água e saneamento de águas residuais do Sumbe vai contar com membros do governo, autoridades tradicionais, religiosas e convidados.

Educação no Lonhe


Mais de mil alunos frequentam, este ano lectivo, na comuna do Lonhe, na Quibala, Kwanza- Sul, aulas da iniciação à 8ª classe, disse ontem à Angop, na localidade, o responsável da Educação.
Moisés António assegurou que, periodicamente, são efectuadas campanhas de sensibilização nos bairros e aldeias, para que pais e encarregados de educação levem os filhos à escola, para se evitar que os mesmos atinjam a idade adulta analfabetos. “Temos sido compreendidos e os tutores evitam envolver as crianças em trabalhos de campo e pastagens de animais quando devem estar na escola”, assegurou. Além disso, são necessárias dez novas salas de aulas e cinco professores para a cobertura da rede escolar. Este ano estão a ser alfabetizados 30 adultos e as aulas são asseguradas por 25 professores.
 O Lonhe é uma comuna potencialmente agropecuária e tem dez mil habitantes.

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