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Sumbe tem novos quadros

Manuel Tomás | Sumbe

Um grupo de 22 quadros, nomeado recentemente pelas autoridades provinciais do Kwanza-Sul, tomou posse, em cerimónia presidida pela vice-governadora para o sector político e social, Maria Veiga.

A tomada de posse ocorreu no âmbito do programa de rotação de titulares de cargos de chefia
Fotografia: Fernando Camilo| Sumbe

A tomada de posse ocorreu no âmbito do programa de rotação de titulares de cargos de direcção e chefia de estabelecimentos escolares do ensino primário e segundo ciclo do ensino secundário, do município do Sumbe.
A vice-governadora para o sector político e social do Kwanza-Sul, Maria Veiga, assegurou que uma das prioridades definidas pelas autoridades consiste na construção, reparação, reabilitação e ampliação de infra-estruturas escolares em todas as localidades, devidamente equipadas.
Maria Veiga lembrou que o director de uma escola deve estar em condições de aperfeiçoar a organização, gestão e administração dos recursos do estabelecimento escolar, promover novas iniciativas e inovações educativas em matéria de gestão escolar e participação comunitária. Referiu, igualmente, que se deve estimular uma cultura de avaliação e investigação dos processos educativos, com a finalidade de melhorar a qualidade da aprendizagem dos alunos e responder aos desafios da Reforma Educativa.
A vice-governadora para o sector político e social sublinhou que os directores empossados no domínio dos princípios de liderança, organização e gestão, juraram fidelidade à Pátria, o que significa que vão dignificar o objectivo da sua nomeação e executar o programa do Executivo para o sector da Educação.
O chefe de repartição municipal da Educação do Sumbe, Rafael Fonseca, revelou que a circunscrição tem cerca de 69 escolas, das quais dez de construção definitiva, onde estudam mais de 64 mil alunos. As aulas são ministradas por 2.149 docentes.
O programa da merenda escolar está a beneficiar cerca de duas mil crianças das comunas do Quicombo e Gangula, e, nos próximos dias, vai estender-se à comuna do Gungo.
De acordo com Rafael Fonseca, esta comuna não foi contemplada na primeira fase devido às chuvas que se abateram na estrada entre Sumbe e Gungo, que impossibilitaram a movimentação das viaturas dos fornecedores da merenda escolar.

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