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Técnicos formados no Politécnico colocados no mercado de trabalho

Victor Pedro

O Instituto Médio Politécnico do Sumbe, província do Kwanza-Sul, vai, até final do presente ano lectivo, colocar no mercado de emprego mais 200 técnicos nas especialidades de frio, mecânica e climatização, electricidade e instalações eléctricas.

O Instituto Médio Politécnico do Sumbe, província do Kwanza-Sul, vai, até final do presente ano lectivo, colocar no mercado de emprego mais 200 técnicos nas especialidades de frio, mecânica e climatização, electricidade e instalações eléctricas.
O director-geral da instituição, Carlos de Brito Pacheco, disse ontem que deste número, 99 alunos frequentam o curso de mecânica, frio e climatização e 130 estão na especialidade de energia e instalações eléctricas, o que representa um aumento de 108 alunos, em relação ao ano anterior quando foram formados 121 técnicos.
Carlos Pacheco acrescentou que a instituição ministra apenas dois cursos, devido à falta de laboratórios e oficinas apropriadas para pesquisas tecnológicas. Outro problema é a insuficiência de recursos humanos qualificados, o que tem impedido o ingresso de mais alunos no instituto, por falta de outros cursos profissionais.
O director do Instituto Médio Politécnico do Sumbe informou que a escola tem capacidade para receber 900 alunos para os quais estão disponíveis 28 professores. Questionado sobre a abertura de novos cursos, Carlos Pacheco sublinhou que “tudo depende da autorização da direcção do ensino técnico e profissional que, com a intervenção do gabinete jurídico, está a fazer um estudo profundo”. O ano passado, o Instituto viu gorado o aumento de mais cursos. “Não fomos bem sucedidos”, referiu.  
Defendeu a abertura de laboratórios, oficinas e o recrutamento de mais professores para leccionarem as disciplinas tecnológicas, o que, argumentou, vai permitir o surgimento de novos cursos, pois o Instituto dispõe de instalações. O finalista Marques Cardoso, de 18 anos, faz parte de um grupo de 20 finalistas do curso técnico de electricidade e instalações eléctrica. Frequenta um estágio na Empresa Nacional Electricidade, ENE, no Sumbe, ao abrigo de um acordo com o Instituto Médio Politécnico. Marques Cardoso Reconheceu que o estágio na empresa é uma “mais valia” porque facilita o ingresso de novos quadros no mercado de emprego. “Para além da parte eléctrica e mecânica, estamos a aprender matérias como a distribuição e comercialização”, explicou.

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