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Troço rodoviário do Gungo recebe obras de reabilitação

Manuel Tomás | Sumbe

As obras de reabilitação do troço rodoviário da estrada nacional 100, a partir do entroncamento até à sede da comuna do Gungo, no Sumbe, numa extensão de 35 quilómetros, arrancaram na sexta-feira, na localidade do Eval Guerra, com o acto de consignação dos trabalhos, testemunhado pelo governador da província do Kwanza-Sul, Serafim do Prado.

As obras de reabilitação do troço rodoviário da estrada nacional 100, a partir do entroncamento até à sede da comuna do Gungo, no Sumbe, numa extensão de 35 quilómetros, arrancaram na sexta-feira, na localidade do Eval Guerra, com o acto de consignação dos trabalhos, testemunhado pelo governador da província do Kwanza-Sul, Serafim do Prado.
A empreitada, adjudicada à empresa de construção Calomanda Construções, vai ter a duração de 180 dias e consiste na terraplanagem da via, melhoramento das passagens de água ao longo da estrada, limpeza das bermas, entre outros arranjos.
O governador Serafim do Prado explicou que o mau estado da estrada inviabilizou a execução de alguns projectos planificados para a comuna, constantes do Programa de Combate à Pobreza.
Entre as obras não executadas, devido o mau estado do troço, figuram a construção de uma estação de captação e tratamento de água e de um centro materno infantil. Este último está a ser já erguido na localidade do Eval Guerra, desde que se encontrou um local ideal.
Serafim do Prado esclareceu ainda que os restantes projectos para a comuna do Gungo vão constar do plano económico do próximo ano.
O governante pediu aos populares para darem apoio à empresa contratada para a execução da empreitada, visto que após a conclusão das obras o tempo de viagem de até a sede comunal passa de cinco para duas horas.
O governador sublinhou que a comuna do Gungo é essencialmente agrícola, com uma produção que abrange uma vasta gama de produtos, como banana, milho, tubérculos, frutícolas, hortícolas, e possui potencialidades para a caça.
Para evitar acidentes de viação, Serafim do Prado proibiu a instalação de pequenos mercados ao longo da estrada, e pediu às autoridades administrativas, para criarem locais com  segurança.

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