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Violência contra as crianças está a diminuir na província

Victor Pedro | Sumbe

O Instituto Nacional da Criança (INAC) no Kuanza-Sul registou este ano, até Novembro, 304 casos de violência contra crianças, anunciou o director provincial daquela instituição.

O Instituto Nacional da Criança (INAC) no Kuanza-Sul registou este ano, até Novembro, 304 casos de violência contra crianças, anunciou o director provincial daquela instituição.
Correia Bongue disse que houve uma diminuição em relação ao ano passado, em que foram notificados 831 casos e que a criação, pelo Executivo, dos conselhos da criança em todo país, veio contribuir, de “forma significativa, para as acções de protecção serem aprimoradas” e para “penalizar os prevaricadores que atentam contra a sua segurança”.
Os conselhos, lembrou, surgiram na sequência dos 11 compromissos do milénio, que têm por objectivo dar à criança meios que lhe permitam crescer feliz e saudável.
O director provincial do INAC referiu ser necessário que se aperfeiçoem nas crianças os bons hábitos e que se lhes transmitam conhecimentos que as ajudem a saber estar na sociedade com respeito, humildade e amor ao próximo
“É necessário que se faça mais em prol da criança em todo o mundo, em particular em Angola, que atravessou momentos turbulentos, que destruíram famílias, originaram a fome, o desemprego e a perda de valores”, frisou
Correia Bongue recordou que o Executivo tem desenvolvido acções concretas no sector da educação, com a construção de escolas e centros de acolhimento para acabar com a exclusão social e permitir a inserção das crianças no processo de aprendizagem.
Os crimes mais comuns contra a criança, disse o responsável, são abuso sexual, trabalho forçado, fuga à paternidade, acusação de feitiçaria e violência psicológica e física. O município do Sumbe, declarou, é o que regista mais casos.
O director provincialdo INAC no Kwanza-Sul engrandeceu, por outro lado, os feitos do Executivo angolano que está a levar a cabo, em toda extenção territoria do país, o Natal das Crianças, ajudando deste modo muitas famílias carenciadas a proporcionar alegria aos petizes.
“É de louvar esta iniciativa, porque com o gesto o Executivo está a levar alegria junto destas crianças, muitas delas inseridos em lares com muitas dificuldades financeiras”, considerou.

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