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Lubango volta ao normal depois das festas

André Amaro|Lubango

A vida na cidade do Lubango volta à normalidade, depois da azáfama vivida pelos munícipes e visitantes, por ocasião da quadra festiva.

A vida na cidade do Lubango volta à normalidade, depois da azáfama vivida pelos munícipes e visitantes, por ocasião da quadra festiva.
Nas primeiras horas do segundo dia do novo ano, a cidade esteve meio desértica, por alguns habitantes preferirem passar as festas na baía do Namibe, como está a tornar-se hábito nestas paragens.
A maior presença nas ruas era dos agentes da Polícia Nacional, que permaneceram de prevenção durante o período das festas, e dos funcionários da administração municipal que faziam a limpeza e recolha do lixo.
Apesar de na época festiva haver a tendência para uma maior produção de lixo, a cidade do Lubango apresentou-se limpa, graças ao trabalho efectuado pelos funcionários dos Serviços Urbanos da administração municipal, nas primeiras horas do dia.
Quem não quis perder a oportunidade de ganhar alguns trocados e prestar um serviço público foram os taxistas que, na ressaca do ano novo, saíram às ruas para transportar as pessoas. O trabalho dos agentes reguladores de trânsito, destacados nas diversas artérias da cidade, ficou aliviado, devido ao fraco movimento de viaturas em circulação, comparativamente aos dias anteriores.
 Nas bombas de abastecimento de combustível os automobilistas fazem o reabastecimento em pouco tempo, sem suportar as longas filas de viaturas que se têm verificado.
Tal como algumas lojas de ocasião e mercados informais, o mercado municipal do Lubango abriu os portões para o público interessado em adquirir hortaliças, frutas e outros produtos alimentares.
As casas de fotocopiadoras, espalhadas um pouco por todos os pontos da cidade, também estiveram abertas a prestarem serviços informáticos e comercializando material de escritório e cartões de recarga.
O banco de urgência do hospital Central do Lubango prestou assistência médica e medicamento a 169 pacientes com diversas patologias que acorreram os seus serviços durante a noite da passem de ano.
Dos pacientes assistidos realce para 43 casos de agressões físicas, 24 por acidente de viação, 11 mordeduras de cães, quatro queimaduras e um ferimento por armas brancas.
O enfermeiro chefe Domingos Tito, que divulgou os dados, considerou o movimento calmo, uma vez que se registaram apenas duas mortes por acidentes de viação na cidade do Lubango.
Domingos Tito informou que estiveram de serviço quatro médicos nas especialidades de cirurgia, ortopedia, anestesia e neurologia, auxiliados por sete enfermeiros para atender às situações de emergência
Comparativamente ao ano passado, o movimento hospitalar foi considerado calmo porque os casos foram reduzidos.

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