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Aberta campanha contra o analfabetismo

Isidoro Samutula Dundo

O director Provincial da Educação Ciência e Tecnologia da Lunda-Norte pediu na quinta-feira, no Dundo, à sociedade para contribuir para a redução dos índices de analfabetismo que ainda se verificam entre a população.

Na província estão a ser analisadas metodologias eficazes para o cumprimento do programa
Fotografia: Jornal de Angola

O director Provincial da Educação Ciência e Tecnologia da Lunda-Norte pediu na quinta-feira, no Dundo, à sociedade para contribuir para a redução dos índices de analfabetismo que ainda se verificam entre a população.
André Leonardo, que falava acto de abertura da campanha de luta contra o analfabetismo, enquadrada nas actividades da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), referiu ser necessária a colaboração de todos para a integração do processo de alfabetização nos programas de desenvolvimento rural integrado.
O processo de alfabetização e aceleração escolar é um programa do Executivo que visa promover medidas e acções sócioeducativas para a elevação do nível escolar dos jovens e adultos que, por vários factores, não concluíram o ensino primário, ou nunca foram inseridos no sistema de ensino.
O responsável sublinhou que o combate ao analfabetismo é também uma das formas de combater a pobreza, com o aumento da produção e produtividade nos diferentes sectores da vida social.
“É importância a abertura da campanha de alfabetização, numa altura que decorre em todo o país a aplicação do plano estratégico para a revitalização da alfabetização, aprovado recentemente pelo Executivo”, alertou. A nível da província, estão a ser analisadas metodologias eficazes para o cumprimento do programa, com a colaboração dos parceiros sociais para a redinamização e crescimento dos níveis educativos dos jovens e adultos.
O coordenador provincial da FESA, Patrício Muteba, referiu que a Fundação Eduardo dos Santos desenvolve várias acções de assistência social, através de realização dos programas especiais a favor da população carenciada e vulnerável, com vista ao seu desenvolvimento multifacetado e a sua integração na sociedade.
Patrício Muteba salientou que a fundação aponta o analfabetismo e a pobreza como o flagelo que afecta a população angolana, razão pela qual lançou a campanha de luta contra o analfabetismo, para a criação de melhores condições de vida das populações.
 Acrescentou que a FESA não pretende apenas proporcionar aos angolanos material didáctico gratuito, mas também a oportunidade de aprender a ler e escrever.
A Direcção Provincial de Educação Ciência e Tecnologia tem, a nível da província, 300 alfabetizadores que, na primeira fase do modulo-1, já formaram oito mil alfabetizandos. Para a segunda fase, que arrancou a 13 de Julho, estão inscritos 8.620 alfabetizandos.

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