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Crianças seropositivas necessitam de apoio

Cerca de cem crianças da Lunda-Norte portadoras do HIV/Sida necessitam de apoio da sociedade, afirmou, na terça-feira, a directora provincial do Instituto Nacional da Criança (INAC), Madalena Alentejo.

Cerca de cem crianças da Lunda-Norte portadoras do HIV/Sida necessitam de apoio da sociedade, afirmou, na terça-feira, a directora provincial do Instituto Nacional da Criança (INAC), Madalena Alentejo.
Os 87 menores, com idades compreendidas entre os oito meses e os 18 anos, são órfãos, na sua maioria de pais vítimas da doença, e precisam de boa alimentação tendo em conta a sua condição de saúde.
Madalena Alentejo referiu que as famílias fazem o que podem mas não é suficiente. Por essa razão, pede às redes de protecção social, igrejas, Organizações Não-Governamentais, empresas privadas e à sociedade em geral que apoiem os petizes. Além disso, adiantou já ter solicitado às instituições o fornecimento regular de uma cesta básica para as crianças que tomam antiretrovirais, como acontece noutras regiões do país.
“Nós temos estado a manter contactos junto do Ministério da Família e Promoção da Mulher, com a Fundação Lwini, a Fundação Brilhante, a AJAPRZ e o senhor Bento Cangamba, presidente das organizações Kabuscorp, para nos darem ajuda”, disse. Entretanto, foram criadas, há poucos dias, redes de protecção social, cujos membros estão a receber formação sobre a defesa e promoção dos direitos da criança.
Os 87 menores, com idades compreendidas entre os oito meses e os 18 anos, são órfãos, na sua maioria de pais vítimas da doença, e precisam de boa alimentação tendo em conta a sua condição de saúde.
Madalena Alentejo referiu que as famílias fazem o que podem mas não é suficiente. Por essa razão, pede às redes de protecção social, igrejas, Organizações Não-Governamentais, empresas privadas e à sociedade em geral que apoiem os petizes. Além disso, adiantou já ter solicitado às instituições o fornecimento regular de uma cesta básica para as crianças que tomam antiretrovirais, como acontece noutras regiões do país.
“Nós temos estado a manter contactos junto do Ministério da Família e Promoção da Mulher, com a Fundação Lwini, a Fundação Brilhante, a AJAPRZ e o senhor Bento Cangamba, presidente das organizações Kabuscorp, para nos darem ajuda”, disse. Entretanto, foram criadas, há poucos dias, redes de protecção social, cujos membros estão a receber formação sobre a defesa e promoção dos direitos da criança.

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