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Faltam centros de acolhimento para ajudar grupos vulneráveis

Armando Sapalo|Dundo

A falta de centros de acolhimento e de bens de primeira necessidade para assistência condigna aos grupos vulneráveis na província da Lunda-Norte está a preocupar as autoridades locais, revelou na quinta-feira, no Dundo, a directora provincial do Ministério da Assistência e Reinserção Social.

A falta de centros de acolhimento e de bens de primeira necessidade para assistência condigna aos grupos vulneráveis na província da Lunda-Norte está a preocupar as autoridades locais, revelou na quinta-feira, no Dundo, a directora provincial do Ministério da Assistência e Reinserção Social.
Joana Meta disse ao Jornal de Angola que, desde os finais de Dezembro, a instituição que dirige tem tido dificuldade em garantir assistência aos mas carenciados da província.
Por essa razão, considerou ser necessário um esforço redobrado que aumente a capacidade de mobilização de assistência social à província da Lunda-Norte, junto das autoridades governamentais e privadas, tendo em conta o elevado número de grupos vulneráveis que a região vai verificando.
A nível da província, a direcção do MINARS tem identificados 1.668 carenciados, entre portadores de deficiência física, idosos, viúvos, mulheres solteiras e órfãos, além de crianças refugiadas e em situação difícil. Perante isto, Joana Meta considera existir absoluta necessidade de se construir um centro de acolhimento para idosos e crianças, com vista a proporciona-lhes melhores condições de vida.

Empresas dão apoio

Durante o primeiro trimestre do ano em curso, a direcção do MINARS conseguiu prestar apoio aos deficientes físicos, idosos e órfãos com bens diversos de primeira necessidade, graças à ajuda das operadoras Movicel e Unitel. 
As empresas entregaram ao MINARS 35 cadeiras de roda, 50 tendas e 150 chapas de zinco, além de brinquedos para as crianças.
As autoridades governamentais da província da Lunda-Norte têm estado a envidar esforços no sentido de reduzirem as dificuldades enfrentadas pelas camadas mais vulneráveis da sociedade.  A responsável do MINARS esclareceu que, a partir do próximo ano, vai ser efectivada a implementação de projectos tendentes à construção de um centro de acolhimento, assim que Executivo disponibilize a verba.  

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