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INADEC toma medidas contra os comerciantes

João Silva | Dundo

O responsável dos serviços do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) da Lunda-Norte disse ontem, no Dundo, que a instituição que dirige não vai dar tréguas aos comerciantes grossistas e retalhistas que continuem a vender produtos para consumo humano com data de validade fora de prazo.

O responsável dos serviços do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) da Lunda-Norte disse ontem, no Dundo, que a instituição que dirige não vai dar tréguas aos comerciantes grossistas e retalhistas que continuem a vender produtos para consumo humano com data de validade fora de prazo.
Domingos Sango reconheceu que o número de infracções estão a diminuir, fruto das acções pedagógicas levadas a cabo pelo instituto, da consciência dos próprios comerciantes e da colaboração dos consumidores na denúncia dos que vendem os produtos deteriorados e expirados.
“Temos estado a encontrar uma grande colaboração por parte da população, pois ao contrário seria quase impossível levarmos antes as nossas acções”,disse.
Durante o primeiro trimestre deste ano, das 118 visitas de fiscalização realizadas pelas brigadas do INADEC, foram detectadas 20 infracções diversas, entre as quais produtos expirados e sem rotulagem, devidamente apreendidos e inutilizados, falta de limpeza e higiene dos locais de comercialização, ausência de tabelas de preços, entre outras.Estas infracções foram encontradas em lojas de venda a grosso e a retalho, farmácias, bombas de combustível, depósitos de venda de medicamentos, cantinas e mercado paralelo.
Durante as visitas de vistoria foram feitos estudos sobre o comportamento do mercado, o que permitiu acompanhar a sua evolução e resultou na apreensão e inutilização dos produtos sem condições para serem consumidos.
Domingos Sango reiterou a necessidade de continuar a existir uma colaboração entre o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor  INADEC e a população, sendo indispensável que esta esteja atenta na compra de qualquer produto, verifique o seu estado e, caso detecte uma eventual anomalia atentatória à saúde humana, a denuncie às autoridades de direito, para os infractores serem penalizados.
“Vamos continuar a combater os que ainda insistem em vender produtos impróprio para saúde”, referiu o responsável.
Para informar e formar sobre a lei que protege e defende o consumidor, o INADEC tem estado a promover debates radiofónicos na RNA local sobre os direitos dos compradores e a realizar encontros com estruturas afins.

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