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Município de Capenda-Camulemba com novas infra-estruturas sociais

João Silva | Dundo

O município de Capenda-Camulemba,na  província da Lunda-Norte, vai ter, até ao final deste ano, várias infraestruturas de impacto social, enquadradas no programa do Executivo de combate à fome e à pobreza.

O município de Capenda-Camulemba,na  província da Lunda-Norte, vai ter, até ao final deste ano, várias infraestruturas de impacto social, enquadradas no programa do Executivo de combate à fome e à pobreza.
Segundo o administrador do município, Jorge Sassupi, numa primeira fase vão ser construídas e reabilitadas escolas e unidades de saúde.  Jorge Sassupi acrescentou que o programa prevê ainda a instalação dos sistemas de captação de água potável e da rede de energia eléctrica, bem como o apoio em instrumentos de trabalho aos camponeses, para o fomento da actividade agro-pecuária.
Neste momento, estão em construção quatro casas para os professores. Oito salas de aulas encontram-se em fase de conclusão, além de um centro médico.
A Administração da Muxinda, localidade com maior densidade populacional do município, está a construir uma escola e duas casas para os professores no bairro Chilombo e outra em Cangola. Também está em construção um posto de saúde e a instalação do sistema de captação de água e da rede de iluminação pública.
Jorge Sassupi revelou que a administração municipal de Capenda-Camulemba, dentro dos próximos dias, vai iniciar obras de saneamento básico e de recolha de lixo. Os trabalhos estão a ser feitos no sector de Xamiquelengue.
O administrador de Capenda-Camulemba lamentou o facto de alguns empreiteiros não estarem a cumprir os prazos de entrega das obras adjudicadas.“Nós temos estado a reunir com os empreiteiros e pedimos a eles para que cumpram com os prazos acordados e quem não o fizer, estará sujeito a incorrer numa acção judicial”, disse.
O Município de Capenda-Camulemba, localizado na estrada nacional que dá acesso às províncias do Leste do país, não dispõe de uma agência bancária e regista-se constantemente a falta de combustível, nas duas bombas existentes.

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