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Ponte metálica alivia o tráfego

Joaquim Aguiar | Dundo

A proposta de recuperação da Estrada Nacional 225 foi aprovada em 2008 pelo então Ministério das Obras Públicas, mas no ano passado foi retirada do Plano de Investimentos Públicos por falta de financiamento.

A proposta de recuperação da Estrada Nacional 225 foi aprovada em 2008 pelo então Ministério das Obras Públicas, mas no ano passado foi retirada do Plano de Investimentos Públicos por falta de financiamento. “Existe uma luz no fundo túnel, para a recuperação da estrada, cujo projecto está agora a ser viabilizado pelo Ministério do Urbanismo e Construção, no quadro dos investimentos para 2012. Fomos recebidos pelo ministro do Urbanismo e Construção, que nos deu garantias de que tudo vai ser feito pelo Executivo para que as obras da estrada entrem no Orçamento Geral do Estado do próximo ano”, disse o vice-governador. O assunto foi abordado pelo governador provincial, Ernesto Muangala, em recente reunião do Ministério da Administração do Território, havendo garantias para a viabilização financeira das obras da EN225.
A Estrada Nacional 225 nunca foi asfaltada, desde que foi projectada na década de 70 pela administração colonial, reconheceu o vice-governador, esclarecendo que “o que está a ser projectado é a construção de uma nova estrada, adaptada a modernos padrões de engenharia de estradas”. 
Com aproximadamente 500 quilómetros de extensão, a Estrada Nacional 225 parte da rotunda de Samacaca, na cidade do Dundo, passa pela comuna de Lóvua, no município do Chitato, e pelas sedes municipais de Cuilo, Lubalo, Caungula e Cuango e pelas  comunas de Luangui, Caluangui e Camaxilo.  Uma das situações que pode alargar os prazos de execução da obra, segundo Lino dos Santos, é a complexidade dos rios de maior caudal que passam pela região, com realce para os rios Luangui, Caluangui, Cuilo, Tchissema, Whamba e Chissma. O executivo local, disse o governante, tem vindo a tomar iniciativas para repor a circulação na estrada, com a montagem das pontes metálicas sobre o rio Luxico, que permite chegar à localidade do Luangue.
Lino dos  Santos estima entre três a quatro anos o tempo necessário para a construção da estrada, considerada “a via mais segura e rápida para  desenvolvimento.

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