Províncias

Recomeçam os trabalhos na ponte sobre o rio Lue

Isidoro Samutula| Dundo

A ponte sobre o rio Lue, que liga os municípios do Cuango e Caungula, na Lunda-Norte, vai ser reposta ainda este mês para possibilitar a circulação, garantiu ontem, ao Jornal de Angola, no Dundo, o administrador municipal do Caungla.

Equipa do INEA ja se encontra no terreno
Fotografia: JA

A ponte sobre o rio Lue, que liga os municípios do Cuango e Caungula, na Lunda-Norte, vai ser reposta ainda este mês para possibilitar a circulação, garantiu ontem, ao Jornal de Angola, no Dundo, o administrador municipal do Caungla.
José Samulolo disse que já se encontra no  terreno uma equipa do Instituto Nacional de Estradas (INEA) para dar início aos trabalhos de reposição da ponte e está neste momento a movimentar os meios técnicos e humanos para o local. 
Para facilitar os trabalhos, o INEA vai intervir, numa primeira fase, na estrada, para possibilitar o transporte do material até à ponte.
De acordo com José Samulolo, as viaturas estão actualmente a utilizar a via de Katarica, num percurso de 200 quilómetros, uma vez que o mau estado da estrada impõe uma circulação demorada até à sede do município.
Para se resolver esta situação, foi feito um trabalho provisório na ponte que possibilitou a circulação de motorizadas.
“Foi a forma que se encontrou para possibilitar a circulação das pessoas e evitar que percorram muitos quilómetros até chegarem à sede do município”, explicou, recordando que o desabamento da ponte sobre o rio Lue aconteceu há um mês e foi provocado por um camião que transportava material para o município. José Franco Samulolo admitiu que a situação está a causar transtornos à circulação normal da população. 
António Domingos, comerciante e residente na sede do Caungula, disse que com o desabamento da ponte tem tido enormes dificuldades em exercer a sua actividade comercial.
“Os produtos que comercializamos, são adquiridos, na sua maioria, no Cuango, mas com a ponte no estado em que está, estamos a ter muitas dificuldades”, explicou.
Além disso, os moto-táxis aumentaram os preços, o que tem provocado a desistência de muitos agentes económicos, acrescentou.

Tempo

Multimédia