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Sector da Saúde recebe reforços

João Silva| Dundo

O sector da Saúde da província da Lunda-Norte dispõe, desde o início da semana, de mais cinco médicos, de nacionalidade cubana, para reforçar o sistema de atendimento a nível dos serviços preventivos.

Novos médicos coreanos e cubanos foram apresentados ao Governo Provincial e vão reforçar a assistência à população
Fotografia: Benjamim Cândido| Dundo

O sector da Saúde da província da Lunda-Norte dispõe, desde o início da semana, de mais cinco médicos, de nacionalidade cubana, para reforçar o sistema de atendimento a nível dos serviços preventivos.
A província passa agora a contar com os préstimos de 60 especialistas, dos quais 50 expatriados, de diversas áreas da medicina.
Os dez médicos angolanos e os outros de nacionalidade vietnamita, russa, congolesa e coreana estão distribuídos em 59 unidades hospitalares da província, que foram apetrechadas com equipamentos e aparelhos modernos. Quanto aos cinco novos médicos, o governador disse que vão atender as especialidades ­viradas para as acções preventivas, como a luta antivectorial, com destaque para a eliminação do mosquito transmissor da malária, uma doença endémica na região, que tem provocado muitas mortes.
Ernesto Muangala disse que o governo provincial vai continuar a envidar esforços para a melhoria do sector da Saúde, com a construção e apetrechamento de mais hospitais, centros e postos médicos.
O governador disse também que há um plano de contratação de mais médicos, enfermeiros e outros técnicos de saúde, para uma cobertura mais ampla dos serviços hospitalares a nível dos nove municípios, estando a ser construídas habitações para acolher os novos quadros. O governador não se esqueceu dos quadros instalados no Dundo, a quem garantiu resolver as questões da habitação, uma vez que a nova centralidade, com inauguração prevista para finais deste ano, vai resolver este problema.

Número ainda é insuficiente

O director provincial da Saúde, Pedro José António, disse que, apesar do reforço, 60 médicos é um número ainda insuficiente, devido ao crescimento acentuado da densidade populacional da Lunda-Norte e arredores.
O director Pedro José Antóniogarantiu que as autoridades continuam a trabalhar para recrutar mais médicos, quer nacionais, quer estrangeiros, para diminuir cada vez mais os problemas do atendimento sanitário.

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