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Dala adquire uma nova imagem e enche de orgulho os munícipes

Adão Diogo| Dala

As obras que estão a ser levadas a cabo, nos últimos quatro anos, pelas autoridades, a nível do município de Dala, província da Lunda-Sul, estão a mudar a vida dos habitantes locais, considerou ontem o seu administrador.

Projectos em curso no município visam aumentar a oferta de bens e serviços à população
Fotografia: Flávia Mussua| Dala

As obras que estão a ser levadas a cabo, nos últimos quatro anos, pelas autoridades, a nível do município de Dala, província da Lunda-Sul, estão a mudar a vida dos habitantes locais, considerou ontem o seu administrador. Txiculo Martins salientou que as acções realizadas e por concluir, destinadas a aumentar a oferta de bens e serviços à população, está a orgulhar os munícipes, que agora sentem ainda mais os benefícios da paz.
O administrador municipal destaca a satisfação dos munícipes, que testemunham o nascimento de uma nova área urbana, onde despontam 100 casas sociais na sede, além de dezenas de escolas, unidades sanitárias, sistemas de água e energia eléctrica.
Além disso, refere ainda a abertura e a reabilitação de estradas, nas comunas e aldeias, no âmbito dos esforços do Executivo tem desenvolvido para combater a pobreza. O ensino médio e a formação básica em artes e ofícios são outras áreas em que houve grandes investimentos.
Hoje, a municipalidade possui, em todas as sedes comunais, bairros e aldeias, milhares de crianças matriculadas e a estudar em melhores condições, sublinhou Txiculo Martins, que realçou ainda o impacto positivo que está a ter a extensão dos sinais da rádio, televisão e de telemóvel, na vida das pessoas.

Saurimo mais próximo


A circulação entre Saurimo e Dala melhorou significativamente, depois da recuperação de mais de 100 quilómetros de estrada, dos 160 previstos. Este avanço na estrada nacional nº 180, em direcção à província do Moxico, reduziu o impacto de avarias nas viaturas e de acidentes, que antes eram constantes. O tempo de viagem para as viaturas ligeiras fazerem os 259 quilómetros entre as cidades de Saurimo e Luena passou de dez para quatro horas, o que é um grande ganho.
Os operários, angolanos e chineses, estão a desenvolver trabalhos de escavação, entulho e terraplenagem, apoiados por máquinas, sem interromperem a circulação. Para atenuar a poeira e facilitar a compactação do solo, a construtora chinesa está a usar camiões cisternas na aspersão de água nas faixas de rodagem, num cenário de manobras frequentes e coordenadas de máquinas e homens, sob supervisão de técnicos.

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