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Defendida na Lunda-Sul formação da mulher rural

Flávia Massua | Saurimo

A directora executiva da Organização Não Governamental Plataforma Mulher em Acção (PMA), Verónica Sapalo, defendeu, em Saurimo, a formação da mulher rural para lhe permitir agir e contribuir com ideias na tomada de decisões, para o desenvolvimento da sua comunidade.

A directora executiva da Organização Não Governamental Plataforma Mulher em Acção (PMA), Verónica Sapalo, defendeu, em Saurimo, a formação da mulher rural para lhe permitir agir e contribuir com ideias na tomada de decisões, para o desenvolvimento da sua comunidade.
Verónica Sapalo defendeu, durante um seminário destinado à formação de activistas, que  reuniu cerca de 70 mulheres de vários estratos sociais, ser necessário alterar o actual “quadro estático” da mulher, ainda muito marcado pela  procriação e produção de alimentos.
Temas como a análise do contexto nas áreas de intervenção da PMA, o papel da organização da sociedade civil no desenvolvimento das comunidades, participação da mulher no processo de desenvolvimento local e orçamentos municipais na óptica do género foram abordados durante dois dias.
A directora da Família e Promoção da Mulher, Maria Ulumbo, considerou que a iniciativa da Organização Não Governamental realça a aposta do Governo em despertar a mulher rural do obscurantismo e “prepará-la para os desafios do país, no campo sociopolítico e económico”, enquanto a professora Maria Rodrigues pediu às mulheres para aderirem massivamente à campanha de alfabetização, em curso no país.

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