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Destroços da ponte impedem trabalhos

Adão Diogo | Mona Quimbundo

O início de obras para a reposição da nova ponte metálica sobre o rio Luvo, imediações da vila de Mona Quimbundo, aguarda pela remoção de um camião grua de grande porte, responsável pelo desabamento, por sobrecarga, da antiga estrutura, há mais de 15 dias.

No local, técnicos do Lobito reforçam os cabos de uma grua com peso ­estimado em 350 toneladas, para içar a de 500 toneladas, entalada no tabuleiro degradado.
“Os cabos da ‘grua salvadora’ quebraram e o trabalho ficou suspenso”, disse o agente da Polícia Nacional, Augusto Mandjolo, colocado na ponte para manter a ordem e a segurança das máquinas e dos elementos da nova ponte, que o INEA pretende montar, facto confirmado por transeuntes que habitualmente frequentam o rio. A criação de uma passagem alternativa pelo INEA,  com a comparticipação da Sociedade Mineira de Catoca e da empreiteira AFA, permite, com algumas restrições, a circulação de pessoas e mercadorias. A administradora adjunta da comuna, Maria Alice Joaquim, elogia o comportamento cívico da população e automobilistas que utilizam a via.

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