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Faltam fiscais para proteger a fauna e flora

A insuficiência de fiscais florestais no Instituto do Desenvolvimento Florestal (IDF), na província da Lunda-Sul, está a dificultar a fiscalização das áreas onde se regista o abate indiscriminado de árvores e a deterioração do meio ambiente, informou ontem, em Saurimo, o chefe do departamento do Instituto de Desenvolvimento Florestal.

Abate sem controlo de árvores e animais tende a aumentar
Fotografia: Edmundo Eucílio | Edições Novembro

Afonso Maqueicha afirmou que a exiguidade destes técnicos contribui negativamente na violação de florestas, por várias individualidades. “Este facto faz com que os caçadores realizem a caça furtiva e a desmatação, através de queimadas, o que prejudica o habitat e a saúde das pessoas circundantes”. Afonso Maqueicha explicou que com poucos fiscais existentes, o IDF conta com a colaboração da Polícia Fiscal e as administrações municipais.

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