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Munícipes de Kakolo celebram nova vida

Flávia Massua| Cacolo

As mudanças geradas pelo crescimento e modernização de infra-estruturas implantadas des­de o ano passado na vila de Kakolo, confirmam o arranque de um desenvolvimento sólido e contínuo a favor dos munícipes.

Vista frontal do hospital municipal de Kakolo uma vila onde passa a estrada nacional 230 que representa a porta de entrada obrigatória de passageiros e mercadorias para as três províncias que integram a região Leste do país
Fotografia: Dombele Bernardo


 
As mudanças geradas pelo crescimento e modernização de infra-estruturas implantadas des­de o ano passado na vila de Kakolo, confirmam o arranque de um desenvolvimento sólido e contínuo a favor dos munícipes.
As dez casas geminadas, hospital, restaurado e equipado, lar para estudantes, agência do Banco de Poupança e Crédito (BPC) e instalações para os serviços de justiça, sobressaem dos ganhos que atestam o engajamento das autoridades pelo resgate da dignidade em tempo de paz.
A população acompanha, com satisfação, os passos dados na senda da reconstrução da vila, onde a “coragem dos homens transforma, com o trabalho, a miséria em bem-estar”.
Para trás ficam os constrangimentos de alojamento e alimentação vividos pelos estudantes idos do interior, ao disporem de um internato com capacidade para 70 camas, refeitório, balneários e área administrativa. Em menos de 30 dias as localidades de Kanokena e Kamanhinga ganharam no mês de Abril duas escolas, com seis salas cada, inauguradas pela mandatária da província, durante uma incursão pelo interior. O périplo gizou o lançamento da pedra para a construção de uma nova escola em  Txizekeno e de  200 casas,  inscritas no programa de reconstrução, todas no município  de Cacolo. A vila viu a capacidade de absorção de alunos ampliada,  através da reinauguração de três novas salas, anexas à uma escola para o ensino primário, erguida em homenagem ao malogrado empresário Emídio Francês.

Bilhetes de identidade

A estadia da governadora acrescentou valor à sessão de entrega simbólica de 53 bilhetes de identidade, emitidos localmente, três dias depois da instalação de um sistema “off line”. Em posse do documento adquirido pela primeira vez, a cidadã Elsa Pinto, 35 anos, elogia a facilidade trazida pelo sistema implantado no quadro da expansão dos serviços de identificação civil. Os munícipes testemunham a conclusão de um edifício a cargo da empreiteira Planeta NK para albergar os serviços de Justiça.

"Angola faz" inspira governante

Inspirada pelo slogan “Angola faz”, Cândida Narciso explicou que as acções em curso no país apelam à comparticipação de todos para resgatar o orgulho no seio de cada angolano. “Estamos todos de parabéns pelas conquistas que o país alcançou em 10 anos de paz”, disse a governante, que pediu especial atenção por parte da administração municipal para a preservação dos bens públicos disponibilizados às populações.

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