Províncias

Preservação da Paz e democracia uma obrigação de cada angolano

Flávia Massua | Saurimo

A  responsabilidade de preservar a paz, democracia e coesão necessária para garantir a estabilidade nacional é tarefa obrigatória de todos os angolanos, independentemente da sua opção partidária, raça ou local de nascimento, afirmou ontem a governadora da Lunda-Sul, Cândida Narciso.

Cândida Narciso fala dos ganhos obtidos durante os onze anos de paz em Angola
Fotografia: Jornal de Angola

Ao discursar no acto em alusão ao Dia da Paz e Reconciliação Nacional, que decorreu no campo das Mangueiras, centro da cidade de Saurimo, Cândida Narciso considerou que a conquista da paz, em 2002, o início da Luta Armada, há 52 anos, a Independência Nacional,  há 38 anos, são etapas marcantes na vida dos angolanos.
A iniciativa que propiciou o calar das armas em Angola é o verdadeiro início da reconciliação entre as partes desavindas, resultou de uma sábia liderança do Presidente da República e permitiu o arranque da reconstrução, que em 11 anos deu passos significativos, acrescentou a governadora.
A necessidade de transmitir aos jovens conhecimentos ligados à história política do país, numa perspectiva de melhorar a valorização da Paz, mereceu destaque nas  mensagens apresentadas pelo Conselho provincial da Juventude, Forças Armadas Angolanas, Polícia Nacional, associações religiosas e autoridades tradicionais.

Tempo

Multimédia