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Urbanização leva ao interior benefícios da modernidade

Adão Diogo | Saurimo

O relançamento do programa de fomento habitacional e urbanização viabilizou a construção de 232 casas, que mitigaram dificuldades de alojamento condigno de responsáveis, professores, quadros afins e líderes das comunidades, baseados em todos os municípios e comunas.

Fotografia: Dombele Bernardo



O relançamento do programa de fomento habitacional e urbanização viabilizou a construção de 232 casas, que mitigaram dificuldades de alojamento condigno de responsáveis, professores, quadros afins e líderes das comunidades, baseados em todos os municípios e comunas.
A província da Lunda-Sul conta 425 hectares de terreno para fomento habitacional, distribuídos em 12 reservas fundiárias, duas das quais destinadas para o desenvolvimento do pólo industrial.
 Saurimo, a sede da província, abarca 400 hectares e apenas 25, para os municípios de Dala, Kakolo e Mukonda, onde decorrem as obras para a construção global de 600 casas, financiadas no quadro do Programa de Investimentos Públicos.
Esta iniciativa de âmbito nacional decorre do compromisso assumido pelo Executivo para mudar a vida das populações. A estratégia das autoridades estabelece como prioridade a aproximação dos serviços sociais básicos às populações, como escolas, hospitais, água e energia eléctrica.
A direcção local do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente garante que as acções contidas no programa do Executivo “estãoem bom andamento e  a ser devidamente implementadas”.

Mobilização de meios

José Zapeleka Kakunga nota que o dossier ligado ao plano de urbanização no quadro do “subprograma de construção de 200 fogos” em todos os municípios teve a aprovação do Tribunal de Contas. Detalha que as empresas apuradas nos concursos públicos realizados “mobilizam força e equipamentos” para darem início aos trabalhos preliminares de desmatação e limpeza das áreas definidas nos municípios de Kakolo, Dala e Mukonda.
O desafio de construir as infra-estruturas básicas e 600 moradias, dentro dos requisitos baixados pela Comissão Nacional de Urbanismo e Habitação, é da responsabilidade de 10 empreiteiras, que terão por perto as empresas fiscalizadoras Impulso Angola, SOAPRO e SINFIC.

Auto-construção

No domínio da habitação social as estruturas definiram mais de 1.900 lotes de terreno devidamente urbanizados, que satisfizeram 1.000 requerentes, correspondendo a primeira fase. A resposta do sector privado nesta vertente deu lugar a um bairro, devidamente arruado, que conta com 107 moradias, erguidas dentro do modelo concebido pela administração municipal de Saurimo, na reserva fundiária situada nas imediações do aeroporto.

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