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Via Saurimo/Muconda em obras de reabilitação

Flávia Massua | Saurimo

A empreiteira Mota-Engil concluiu a reasfaltagem de 130 quilómetros, dos 190 estimados para a reabilitação da via Saurimo/Muconda. Este exercício decorre em simultâneo com o processo de sinalização e construção de sete pontes de carácter definitivo, garantiu o director da Mota-Engil, Paulo Matos.

A empreiteira Mota-Engil concluiu a reasfaltagem de 130 quilómetros, dos 190 estimados para a reabilitação da via Saurimo/Muconda. Este exercício decorre em simultâneo com o processo de sinalização e construção de sete pontes de carácter definitivo, garantiu o director da Mota-Engil, Paulo Matos.
A parte concluída da empreitada, iniciada em Maio do ano passado com acções de desmatação, enchimentos com solos, nivelamento e compactação, apresenta uma estrada inovada, ampla, com pontes de carácter definitivo erguidas à base de betão e aço, propiciando uma condução segura e confortável.
A cinco meses do fim do contrato, a Mota-Engil promete concluir, este mês, quatro das seis pontes em construção ao longo da empreitada. Depois de terminar com sucesso a primeira ponte, sobre o rio Luachimo, a Mota-Engil está a pavimentar a ponte sobre o rio Mombo, situada a mais de 50 quilómetros de Saurimo.
Automobilistas e outros utentes da via elogiam o empenho e qualidade da obra, realizada por 307 trabalhadores nacionais, orientados por 45 técnicos expatriados, dispondo de um aparato técnico composto por 87 camiões, 70 máquinas diversas, 15 viaturas ligeiras, uma pedreira com capacidade de processamento diário de mil toneladas e uma central de tratamento, nas imediações da comuna do Muriége, a cerca de 100 quilómetros da cidade Saurimo.
 
Acções na via Muconda/Luau

 
Inscrita na estratégia de abrir o corredor   urimo/Muconda/Luau/posto fiscal do Cassai, ponto limítrofe entre o nosso país e a República Democrática do Congo, a fim de tornar o trânsito fluído e viabilizar as trocas comerciais, a reabilitação efectiva de mais de 100 quilómetros que separam Muconda e Luau compete, respectivamente, às construtoras AFA e Conduril.
A incidência de chuvas retarda os trabalhos em curso, iniciados há mais de um ano. A asfaltagem realizada em mais de 30 quilómetros, seguida pela construção de lancis, pilares em betão nas pontes em construção, apesar de registar morosidade, atestam a complexidade das obras que visam repor a dignidade, segurança aos usuários e prestígio aos executores.

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