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Administração aposta no turismo

Filipe Eduardo| Malange

As Quedas de Calandula na lista das “sete maravilhas” são um impulso para o desenvolvimento do pólo turístico do município, da população e da província de Malanje, afirmou ontem o administrador, Nuno de Oliveira Chiquito.

Além das Quedas de Calandula uma das maiores atracções turísticas de Angola a região possui as Quedas de Musseleje e outros encantos
Fotografia: Jaimagens

“É uma grande vitória, estarmos entre as maravilhas de Angola”, afirmou Nuno Chiquito, para quem as Quedas de Calandula, uma obra da natureza, são uma das grandes atracções turísticas de Angola, da África e do mundo.
Para o administrador Nuno Chiquito, não foi por acaso que o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, constituiu o gabinete de gestão do Pólo Turístico de Calandula, para permitir que se edifiquem empreendimentos turísticos, económicos e sociais.
Nuno Chiquito agradeceu o apoio de todos os que trabalharam na eleição das Quedas de Calandula. De acordo com Nuno Chiquito, 200 pessoas visitam as Quedas de Calandula aos fins-de-semana e feriados, um número que vai crescer quando arrancar o projecto de desenvolvimento da região.
A professora do ensino de base do primeiro ciclo, Elisa José, disse à nossa reportagem que “a eleição é uma exortação para melhorar este espaço. Devemos, a partir desta altura, trabalhar para reunirmos as condições necessárias que atraiam mais turistas”, disse Elisa José.
Ricardo Mateus, taxista, que afirma disse que foi uma escolha boa, pois as Quedas de Calandula têm uma grande beleza natural. Para Ricardo Mateus, “a natureza fez a sua parte, agora resta-nos acrescentar o que é necessário para que o espaço atraia mais turistas”. As Quedas de Calandula, no rio Lucala, têm uma extensão de 410 metros e 105 de altura. Proporcionam uma deslumbrante paisagem natural.
 A região dispõe igualmente das Quedas do Musseleje e de outros encantos. Um Decreto Presidencial criou o Pólo Turístico de Calandula, abrangendo uma extensão de 20 quilómetros.
A direcção do pólo já trabalha na elaboração de um plano director. Para materializar este objectivo, está prevista a construção de infra-estruturas de apoio ao sector do turismo, que vão desde hotéis, restaurantes, pensões e todos os outros elementos indispensáveis à “indústria da paz”. Todas as infra-estruturas vão custar aos cofres do Estado cinco mil milhões de kwanzas.

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