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Casos de lepra diminuem na província

VENÂNCIO VICTOR| Malanje

A província de Malanje registou, durante o ano transacto, 26 casos de lepra, menos 15 em relação a 2008, disse ao “Jornal de Angola”o supervisor provincial do programa de combate à lepra Filipe Miguel.
O supervisor referiu que o programa controla actualmente 30 doentes com lepra, em 11 dos 14 municípios que compõem a província, acrescentando, a título de exemplo, que nos de Luquembo, Marimba e Quirima ainda não se fazem sentir as acções do programa por se tratarem de áreas de difícil acesso.

 
A província de Malanje registou, durante o ano transacto, 26 casos de lepra, menos 15 em relação a 2008, disse ao “Jornal de Angola”o supervisor provincial do programa de combate à lepra Filipe Miguel.
O supervisor referiu que o programa controla actualmente 30 doentes com lepra, em 11 dos 14 municípios que compõem a província, acrescentando, a título de exemplo, que nos de Luquembo, Marimba e Quirima ainda não se fazem sentir as acções do programa por se tratarem de áreas de difícil acesso.
Filipe Miguel solicitou, na ocasião, ao programa nacional de luta contra a doença que sejam ministradas acções de formação sobre a enfermidade no seio dos técnicos municipais de enfermagem, com vista ao diagnóstico e tratamento da doença.
A unidade sanitária deixou de internar pacientes de lepra pois, segundo explicou, o internamento destes doentes tem sido feito a nível da capital do país. O supervisor provincial do programa de combate à lepra referiu ainda que a província dispunha até aos anos 70 de uma única leprosaria para internamento no município de Quirima.
Constam das dificuldades do sector a falta de meios de transporte para facilitar a movimentação dos técnicos municipais de saúde para algumas comunas e aldeias.
Questionado sobre os inconvenientes da descriminação social, esclareceu que a lepra é uma doença que não mata com facilidade e cuja transmissão é mais difícil do que outras enfermidades.
O programa nacional de combate à lepra pretende concretizar o plano de erradicação da doença até 2012.

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