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Caxinga tem novos equipamentos

Sónia Maria | Caculama

A comuna de Caxinga, em Caculama, tem novos equipamentos sociais, erguidos em substituição dos que foram destruídos pela guerra, ao mesmo tempo que prosseguem obras de reabilitação de infra-estruturas básicas integradas no programa do desenvolvimento municipal, anunciou o administrador comunal, Domingos Machado Queta.

A comuna de Caxinga, em Caculama, tem novos equipamentos sociais, erguidos em substituição dos que foram destruídos pela guerra, ao mesmo tempo que prosseguem obras de reabilitação de infra-estruturas básicas integradas no programa do desenvolvimento municipal, anunciou o administrador comunal, Domingos Machado Queta.
“A comuna de Caxinga apresenta uma nova imagem que alegra os seus habitantes e trouxe esperança de dias melhores”, disse Domingos Machado. O programa de desenvolvimento municipal também permitiu as obras do novo posto policial, que estão em fase de acabamentos, e a reabilitação da casa para os técnicos da saúde.
Domingos Machado disse que as próximas obras vão arrancar no sector das águas, no âmbito do Programa Água para Todos, e a iluminação pública.
No sector da educação houve grandes avanços. Este ano lectivo, foram matriculados 1.227 alunos, da iniciação ao primeiro ciclo do ensino secundário.
Os 57 professores não são suficientes para garantir a cobertura total das necessidades da comuna, que conta com 24 escolas, sendo uma do primeiro ciclo do ensino secundário.
Ainda há registo de 333 crianças fora do sistema normal de ensino por falta de salas e de professores.
Na área da saúde, a comuna de Caxinga tem um posto de saúde com seis camas e funciona com dois técnicos de enfermagem e uma auxiliar em serviço permanente.
O posto não tem ambulância para evacuação dos doentes mais graves para a sede municipal de Caculama.No sector da agricultura, o administrador Domingos Machado diz que a maior parte dos camponeses está organizada em associações e cooperativas.
O problema de momento é o insucesso nas colheitas na presente campanha agrícola. O administrador está preocupado com a carência alimentar que as comunidades enfrentam em consequência da seca que assolou a região.

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