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Centro de Saúde do Ritondo necessita de mais quadros

Holávio Fernandes | Malange

O centro de saúde do Ritondo, na província de Malange, debate-se nesse momento com o problema de falta de quadros. A constatação foi feita durante a visita efectuada sexta-feira ao local pela administradora municipal de Malange, Teresa Dias.

Administradora municipal de Malange avaliou o trabalho dos centros de saúde
Fotografia: Eduardo Cunha

O centro de saúde do Ritondo, na província de Malange, debate-se nesse momento com o problema de falta de quadros. A constatação foi feita durante a visita efectuada sexta-feira ao local pela administradora municipal de Malange, Teresa Dias.
A responsável da unidade sanitária do Ritondo, Maria Manuel Filipe, referiu na ocasião que, por falta de quadros, a instituição enfrenta inúmeras dificuldades, acrescentando que “a escassez de quadros faz com que muitos dos técnicos trabalhem 24 horas por dia, para poder atender os mais de 40 doentes que recorrem aos seus serviços, todos os dias”.
Maria Filipe lembrou ainda que o centro de saúde do Ritondo se depara também com a falta de energia e água, para além do velho problema de inexistência de uma ambulância para apoiar os doentes.
A unidade sanitária do Ritondo, que beneficiou de obras de restauro há mais de dez anos, conta neste momento com seis camas, repartidas pelas salas de pré e pós-parto, designadamente. Maria Filipe disse que, em muitas ocasiões, numa cama chegam a ficar dois pacientes.
O chefe de repartição provincial da Saúde, Justino Gomes, que acompanhou a visita da administradora Teresa Dias, disse que na periferia existem 38 unidades, mas seis não funcionam por falta de técnicos.
A administradora municipal de Malange disse, durante a visita feita ao centro de saúde do Ritondo, que o mesmo carece de obras de reabilitação e ampliação. Teresa Dias, que visitou também o centro de saúde da Quizanga da Barraca, disse que as duas unidades sanitárias “poderão ver brevemente as suas condições de trabalho melhoradas”.

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