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Escolas do ensino especial são necessárias na província

 O director provincial da Associação Angolana dos Deficientes e Ex-militares (Ammiga), António José Nicolau, pediu quarta-feira, na cidade de Malange, ao governo local para criar escolas para o ensino especial.

A pessoa portadora de deficiência precisa de atendimento especializado
Fotografia: Jornal de Angola

O director provincial da Associação Angolana dos Deficientes e Ex-militares (Ammiga), António José Nicolau, pediu quarta-feira, na cidade de Malange, ao governo local para criar escolas para o ensino especial, com vista a inserir indivíduos com necessidades educativas especiais.
Falando à imprensa sobre o Dia Internacional das Pessoas Portadoras de Deficiência, o responsável referiu que a província não dispõe de qualquer unidade escolar de ensino especial, razão pela qual é urgente a criação de uma, para respeitar a deficiência e defender a dignidade dos direitos e bem-estar destas pessoas.
Acrescentou que a pessoa portadora de deficiência precisa de atendimento especializado de fisioterapia, trabalhos terapêuticos e ensino especial, para desenvolver as suas potencialidades.“A educação especial tem sido uma das áreas em que se têm desenvolvido estudos científicos para melhor atender estas pessoas”, disse.
Por outro lado, António José Nicolau pediu ao Executivo a adopção de políticas de isenção de todas as taxas e impostos para as pessoas portadoras de deficiência, assim como dar seguimento à construção de residências para os ex-militares e deficientes.
António José Nicolau  acrescentou que a Associação Angolana dos Deficientes e Ex-militares tem procurado ajuda junto do governo da província, para que, nos programas económicos de desenvolvimento da província, também sejam inseridos projectos para deficientes, ex-militares e suas famílias, com vista a melhorar o seu modo de vida.

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