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“Estamos no bom caminho”

Filipe Eduardo e Luísa Vitoriano | Malange

O bispo da Igreja Metodista Unida, José Quipungo, disse que em apenas 12 anos foram construídas e reabilitadas  várias infra-estruturas nos sectores da Educação, Saúde, construção civil, agricultura, habitação, vias rodoviárias e ferroviárias: “isto é sinónimo de que estamos no bom caminho”.

Bispo da Igreja Metodista José Quipungo
Fotografia: Eduardo Cunha|Malanje

Para o director da Escola Superior Politécnica de Malanje, Francisco Jacucha, “está provado por este surto de desenvolvimento, que os angolanos precisavam era a paz”.  Hoje  o país vive em tranquilidade e harmonia. “Graças à paz Angola conhece a cada dia que passa um crescimento económico invejavel”, , disse o docente.
Os resultados do processo de reconstrução nacional estão à vista e uma das provas mais evidentes é a ligação rodoviária entre todas as capitais provinciais, municipais e até comunais, afirmou Joaquim Jacucha. “A paz conquistada pelos angolanos em 2002 proporciounou crescimento económico, formação profissional e a redução do desemprego no seio da juventude”, sustentou.
O director da Escola Superior Politécnica de Malanje realçou os esforços do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, pelo alcance da paz e pela forma inteligente como tem conduzido os destinos da Nação.
Para o soba do bairro Maxinde, Manuel José Francisco, a paz está a contribuir para o desenvolvimento do país de forma acelerada e a atrair mais investidores estrangeiros em todo território nacional. “Já são visíveis a construção de novas salas de aulas, reparação e contrução de estradas, pelo que todos devemos estar comprometidos com a paz”, afirmou a  autoridade tradicional.
Santos Magalhães, secretario provincial da UNITA, disse que os ganhos da paz “são múltiplos e vão desde o cessar fogo à reconciliação nacional, que se consolida dia apôs dia no seio dos angolanos”.
Para o dirigente provincial da UNITA, os 12 anos de paz efectiva em Angola “estão a permitir aos angolanos planificar o seu futuro, um facto que não era possível durante o conflito armado”.
Santos Magalhães reafirmou que o país vive momentos ímpares e enumerou os principais ganhos desde o período de paz em Angola: “temos  infra-estruturas escolares, hospitalares, centros médicos, pontes, estradas, livre circulação de pessoas e bens”.

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