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Estudante de Direito expressa optimismo

Sérgio V.Dias|

Branca Mudiz, jovem malanjina de 24 anos e estudante do terceiro ano do curso de direito na Universidade Jean Piaget, em Luanda, aponta a paz como "um bem social para todas as nações".

Branca Mudiz sublinha que Malanje trilha uma nova era na sua história
Fotografia: Eduardo Cunha

Branca Mudiz, jovem malanjina de 24 anos e estudante do terceiro ano do curso de direito na Universidade Jean Piaget, em Luanda, aponta a paz como "um bem social para todas as nações". Nesse sentido, referiu que Malanje obteve inúmeros ganhos desde a conquista da paz no país em Fevereiro de 2012.
A interlocutora do nosso jornal sublinha que Malanje “está neste momento a trilhar uma nova era da sua história, buscando a sua afirmação e valorização no contexto nacional”. Para além disso, Branca Mudiz exalta as acções do Executivo provincial.
“O Executivo tem trabalhado arduamente para que a nossa província se desenvolva nos vários domínios, particularmente no que diz respeito à educação, saúde, cultura e outros sectores, que podemos considerar como cruciais”, sublinha.
Ainda na esteira do desenvolvimento, a jovem estudante de direito assinala, de forma inequívoca, as três importantes redes de comunicação que Malanje ganhou, “nomeadamente a rodoviária, ferroviária e aérea, depois de muitos anos de paralisação”.
Por obra desses feitos, refere a nossa interlocutora, “hoje os malanjinos podem circular livremente para os diferentes pontos do país, tornando assim a província o epicentro do desenvolvimento das regiões do centro, norte e leste do país”, como disse.
Outros ganhos que a nossa interlocutora realça têm a ver com os projectos de expansão da rede de distribuição de energia eléctrica na província a partir da subestação de Kapanda, bem como a implementação de vários cursos superiores.
“Com a paz e com o empenho do nosso Executivo, devemos todos juntos trabalhar para transformar Malanje na esperança de um futuro melhor, conforme o slogan que se vem utilizando há alguns anos atrás”, sentenciou Branca Mudiz. 

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