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Faltam medicamentos para tratar tuberculosos

Venâncio Victor | Malange

O dispensário do Hospital Geral de Malange está a enfrentar grandes dificuldades para prestar assistência aos doentes infectados pela tuberculose por falta de medicamentosos para tratar a enfermidade.

O dispensário do Hospital Geral de Malange está a enfrentar grandes dificuldades para prestar assistência aos doentes infectados pela tuberculose por falta de medicamentosos para tratar a enfermidade.
O supervisor regional em exercício do Programa de Combate à Tuberculose, José Umbar, revelou ontem que a falta de medicamentos é uma situação que já se arrasta há cerca de três meses.
As quantidades que a unidade dispõe neste momento são demasiado reduzidas para suportar as necessidades durante o mês de Dezembro, principalmente em relação à Multi-droga Terapêutica (MDT).
José Umbar adiantou que o município de Malange registou, entre Janeiro e Setembro, 17 novos casos de tuberculose, menos dez que em igual período do ano anterior.
Outra das grandes dificuldades que o programa atravessa tem a ver com a falta de meios de transporte, o que por vezes inviabiliza a expansão e supervisão dos serviços no interior da província, sublinhou o responsável. Além disso, considerou ser necessário que as autoridades intervenham no sentido de dar outra imagem às instalações onde funciona o Programa de Combate à Tuberculose, que se encontra em estado de degradação. O supervisor alertou ainda para o facto de ser indispensável recuperar as vias de acesso à Marimba, Massango e Kambundi-Katembo para que os técnicos do programa possam alcançar os doentes ali existentes.
Apesar das dificuldades, José Umbar esclareceu que o programa abrange, actualmente, doentes em sete municípios da província, recebendo uma média de cinco pacientes por dia.

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