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Governo quer formação em ambiente

Filipe Eduardo | Malange

O governador de Malanje pediu na quinta-feira aos empresários para apostaram na formação constante dos seus trabalhadores, para que eles possam melhorar a sua prestação.

Um ângulo da cidade de Malanje onde o Governo local continua com acções de formação
Fotografia: Maria Augusta |

Norberto dos Santos, que falava na abertura do colóquio sobre “Modalidades de participação do sector empresarial na implementação do Plano Nacional de Formação de Quadros”, desenvolvido pelo Instituto de Fomento Empresarial, disse que a formação serve igualmente para valorizar os recursos humanos à disposição da empresa.
Além disso, garantiu que o Governo continua empenhado nas acções de formação para os funcionários públicos, agentes administrativos e directores, com várias acções, através dos centros, pavilhões de artes e ofícios e do Centro Local de Emprego e Serviços de Empreendedorismo.
O consultor do ministro da Economia para o Plano Nacional de Formação de Quadros, Pedro Pereira, que dissertou sobre o tema “A política nacional de formação de quadros e o programa do Executivo na estratégia Angola até 2025”, disse que o quadro macroeconómico que o país apresenta é favorável, com taxas de crescimento sintetizado, e que tem desenvolvido, ao longo dos tempos, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Pedro Pereira acrescentou, ainda, que antes o PIB dependia  apenas do sector petrolífero, mas actualmente, com o surgimento de novas empresas e a aposta noutras fontes de trabalho, está a depender também de outros sectores.
O fórum concentrou-se na condução dos gestores dos recursos humanos e empresários das maiores instituições publicas e privadas, de forma a encontrar-se um modelo participativo para a aplicação de um programa concreto de formação até 2017 e fomentar a discussão sobre a dificuldade das empresas em identificarem quadros técnicos angolanos competentes.Fundado em 2011, o Instituto de Fomento Empresarial é um órgão sob administração indirecta do Estado, com autonomia de gestão e de finanças.
É também responsável pela aplicação das políticas e estratégias de fomento empresarial e respectiva regulamentação.
A instituição supervisiona controla  e  apoia directamente a gestão, planeamento estratégico e a definição de instrumentos financeiros adequados às empresas.

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