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Governo quer mais diálogo com forças vivas

Luísa Victoriano | Malanje

O vice-governador de Malanje para a Esfera Social e Política afirmou estar interessado em continuar a dialogar com todas as forças vivas da província, para se encontrar o melhor caminho para a resolução dos principais problemas da população.

Vice-governador para a Esfera Social
Fotografia: JAimagens

Manuel Campos, que falava na abertura da VII Conferência Provincial da Sociedade Civil, exortou a população a contribuir, com acções e ideias, para o desenvolvimento do país e da província em particular.
“Temos de melhorar a nossa articulação com os diferentes intervenientes sociais e fortalecer a intervenção na base da organização e respeito pelas instituições democraticamente eleitas, para  a concretização dos objectivos do Executivo. Pretendemos construir uma Angola melhor”, salientou o vice-governador.
 O vice-governador lembrou que a sociedade civil, enquanto forma de organização de pessoas que se identificam com as causas nobres da Nação, reconhecida constitucionalmente pelo Executivo, deve funcionar de forma ordeira, com base nos princípios democráticos, sem pôr em causa a ordem e tranquilidade pública.
O encontro, que decorreu sob o lema “Construindo na diversidade, fortalecendo a unidade”, foi orientado pelos responsáveis do Banco de Poupança e Crédito (BPC), ADRA e Polícia Nacional.
Na conferência, os participantes debateram temas relacionados com as políticas bancárias, sinistralidade rodoviária e o processo das conferências.
O representante da sociedade civil, Filisbina Muachiluanda, reconheceu os esforços do Executivo na resolução dos principais problemas sociais das populações, com realce para as mais desfavorecidas.
Nessa perspectiva, garantiu que a sociedade civil vai cooperar sempre com os diferentes agentes sociais, para a concretização de programas e projectos que contribuam para  o desenvolvimento do país e da província em particular.
A VII Conferência Provincial  da Sociedade Civil  foi promovida pela Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), em parceria com as  Igrejas Evangélica Congregacional em Angola, Associação de Educadores Sociais e a Caritas de Angola.

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