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Inauguradas novas infra-estruturas

Adelino Ngunza | Malange

Várias localidades da província de Malange dispõem de novas infra-estruturas de impacto social, inauguradas pelo governador, no âmbito das acções de melhoria dos serviços básicos às populações.

Isolamento das famílias têm dificultado o trabalho do governo na execução de várias acções como levar os serviços públicos a estas localidades fruto da má organização dos referidos bairros
Fotografia: Jornal de Angola

Várias localidades da província de Malange dispõem de novas infra-estruturas de impacto social, inauguradas pelo governador, no âmbito das acções de melhoria dos serviços básicos às populações.
Norberto dos Santos “Kwata Kanawa” inaugurou 12 imóveis destinados a serviços de utilidade pública na sede do município de Calandula e das comunas de Cota, Cuale, Quinge e Cateco Cangola, durante uma jornada de campo de três dias.
Na sede de Calandula, Kwata Kanawa inaugurou o mercado municipal e uma casa para técnicos do sector da saúde.
Na comuna do Cuale, a sede da administração comunal, residência do tipo T2 para o administrador, um sistema de distribuição de água potável e um hospital com capacidade de dez camas, no âmbito dos serviços municipalizados de saúde. Na comuna do Cota, também inaugurou as instalações da administração local, enquanto em Cateco Cangola procedeu à abertura de um centro e posto de saúde da administração comunal. Antes de se reunir com as autoridades administrativas, para se inteirar dos projectos em curso nas localidades, o governador de Malange inaugurou um centro de saúde e moagem em Quinje.
No encontro, Kwata Kanawa pediu aos administradores para manterem uma fiscalização e organização das circunscrições que chefiam, para evitar a dispersão de habitantes e o surgimento de bairros de forma anárquica.
O governador explicou que o isolamento das famílias têm dificultado o trabalho do governo na execução de várias acções, como levar os serviços públicos a estas localidades, fruto da má organização dos referidos bairros.
Para evitar que haja outros sem infra-estruturas escolares, sanitárias, estradas, iluminação eléctrica e água potável, pediu maior intervenção dos administradores na fiscalização dos terrenos. Esta medida não vai retirar funções ao poder tradicional, garantiu.

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