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Jovens aderem em massa aos cursos de artes e ofícios

Manuel Tomás| Sumbe

O município piscatório de Porto Amboim, no Kwanza-Sul, necessita de mais 120 professores para se juntarem aos 603 existentes, que leccionam em todos os subsistemas de ensino no presente ano lectivo, onde foram matriculados mais de 23 mil alunos no ensino primário, primeiro e segundo ciclos.

O município piscatório de Porto Amboim, no Kwanza-Sul, necessita de mais 120 professores para se juntarem aos 603 existentes, que leccionam em todos os subsistemas de ensino no presente ano lectivo, onde foram matriculados mais de 23 mil alunos no ensino primário, primeiro e segundo ciclos.
A falta de professores poderá ser superada com a abertura do concurso público, no qual, só em Porto Amboim, se inscreveram 300 candidatos, cujas provas de aptidão começam brevemente.
O chefe da Educação, Cultura, Juventude e Desportos, António José João, disse que no ano lectivo transacto se inscreveram 22 mil alunos, esclarecendo que funcionam naquela circunscrição 60 estabelecimentos escolares do ensino primário, um do 1º ciclo do ensino secundário, um pré-universitário e uma escola de formação de professores.
O responsável informou que conforme forem construídas novas salas de aula no meio rural, o número de crianças fora do sistema de ensino vai reduzindo, calculando-se que apenas quatro a cinco mil se encontram nesta situação, que se pensa ultrapassar nos próximos tempos.
De acordo com António José João, o programa de merenda escolar tem sido aplicado em algumas escolas do município, mas na sua opinião “devia estender-se a outras escolas, porque ajuda na assimilação do educando”.

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