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Mais de mil vagas disponíveis

Venâncio Victor|

O mês de Março há-de testemunhar o ingresso de novos quadros na educação, um sector que se debate com inúmeras dificuldades nessa vertente na província de Malanje.

O mês de Março há-de testemunhar o ingresso de novos quadros na educação, um sector que se debate com inúmeras dificuldades nessa vertente na província de Malanje. Para esse efeito, o director provincial da Educação, Ciência e Tecnologia, Gabriel Boaventura, assegura estar tudo a postos para a realização do concurso.
Há disponibilidade para 1.486 vagas, em função do número de salas e das lacunas deixadas por professores reformados e falecidos.
De momento, aguarda-se apenas pela aprovação, pelos Ministérios da Administração do Território (MAT) e da Educação, Ciência e Tecnologia, da proposta de vagas elaborada pela direcção local para o lançamento oficial  do concurso na região.
Gabriel Boaventura adiantou que do número de vagas, 381 se destinam a professores auxiliares do ensino primário, 179 para os do mesmo nível diplomados, no caso com formação média. Para o I Ciclo do ensino secundário, prevê-se a admissão de 450 professores, enquanto para os do II e 8º escalão estão previstos 297, bem assim como 99 para o II, 6 º escalão, e 80 para docentes do 5º, respectivamente.
Durante o ano passado foram admitidos 1.482 professores comparativamente aos 1.171 de 2011. Gabriel Boaventura destacou a actualização de categorias feita em 2010 de 1.626 professores e 575 outros durante o ano passado.
O interlocutor do “Jornal de Angola” fez saber que a província possui nesse momento uma rede escolar composta por 2.509 salas de aulas, registando-se um aumento de  240 em relação a  2010. Gabriel Boaventura destacou a construção de 240 novas salas de aulas no âmbito do Programa de Investimentos Públicos (PIP) e de combate à fome e à pobreza.
O director da Educação disse, também, que durante o ano passado foram matriculados 249 alunos nos diferentes subsistemas de ensino, tendo ficado 11.000 fora do sistema.
O responsável disse ter havido uma redução considerável de crianças fora do sistema de ensino se for tido em conta que  em 2010 as estatísticas apontavam para 36.000.  Destacou,  por outro lado, a inserção no Programa de Alfabetização e Aceleração Escolar, de 43.360 alunos, em 2011, comparativamente aos 36.116 de 2010. O sector da educação controlava até 2010, 8.347 funcionários, entre professores e pessoal administrativo. Em 2009 este número subiu para 9.00l agentes.
Em relação ao abastecimento técnico material, fez saber que foram distribuídos 1.000.971 livros do ensino primário em 2010, contra 833 em 2011. 

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