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Malária continua a provocar dezenas de óbitos em Malange

Venâncio Victor| Malanje

A malária continua a provocar muitas mortes em Malange. No primeiro trimestre deste ano, a doença provocou 96 óbitos, informou terça-feira o chefe de departamento provincial de saúde pública e controlo de endemias, Manuel Adelino do Nascimento.

A malária continua a provocar muitas mortes em Malange. No primeiro trimestre deste ano, a doença provocou 96 óbitos, informou terça-feira o chefe de departamento provincial de saúde pública e controlo de endemias, Manuel Adelino do Nascimento.
As 96 mortes resultaram de 52.872 casos de malária diagnosticados, no período em referência, disse o responsável sanitário, que considerou os dados de preocupantes.As crianças e mulheres grávidas são as principais vítimas do paludismo, daí que as autoridades sanitárias da província estão a levar a cabo várias acções junto deste grupo alvo para que os casos diminuam.
O chefe de departamento de saúde pública de Malange disse que das várias acções preventivas realizadas pelas entidades sanitárias, no combate ao paludismo, destacam-se a formação para técnicos de saúde, distribuição de mosquiteiros e campanhas de sensibilização dirigidas às populações.Manuel Adelino disse ainda que para se reduzir os índices de mortalidade por malária é imperioso o uso correcto de mosquiteiros e outras medidas de prevenção, assim como o recusrso aos estabelecimentos clínicos mais próximos sempre que sejam detectados sinais da doença, como febres, gripe, tosse e dores de cabeça.
O responsável aconselhou ainda os munícipes de Malange a se prevenirem das doenças respiratórias agudas, numa altura em que o país vive a época de cacimbo, em que são registados muitos casos desta doença.
Manuel Adelino recomendou a lavagem constante das mãos com água e sabão, bem como aconselhou as pessoas a evitarem o aperto de mãos e o contacto com quem esteja com tosse ou gripe.Nesta altura, o departamento provincial de saúde pública debate-se com falta de meios de transportes para facilitar a realização da actividade de supervisão na periferia.

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