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Mortalidade infantil continua a diminuir

Francisco Curihingana| Malanje

O presidente da Sociedade Angolana de Pediatria afirmou, no Quéssua, em Malanje, que a mortalidade infantil no país regista uma relativa diminuição, mas que há muito por fazer nos próximos seis meses para se cumprirem os Objectivos do Milénio.

Panorâmica da cidade de Malanje
Fotografia: Dombele Bernardo

Francisco Domingos, que falava numas jornadas sobre pediatreia, referiu ser necessário ter em conta outros elementos, como a melhoria de vida, do saneamento básico, abastecimento de água potável, controlo dos resíduos sólidos e da alimentação, pois as crianças até aos cinco são as mais expostas às enfermidades.
A criação de agentes comunitários pode ser a alternativa por estarem em contacto permanente com as comunidades, viverem e acompanharem os problemas que têm.
Na reunião, em que participaram médicos, técnicos de laboratório e enfermeiros especialistas na área das províncias do Bengo, Cabinda, Huambo Luanda, Zaire, Lunda Norte e  Lunda Sul, confirmou-se que as doenças diarreicas agudas, pneumonias e meningite são as que mais afectam as crianças em Angola. Os participantes no encontro mencionaram igualmente as intoxicações, além de problemas cirúrgicos, outros males que com frequência afectam as crianças, pelo que é importantes elaborar uma série de medidas para uniformizar a o modo como devem ser atendidas.
O vice-governador de Malanje para o sector político disse que as autoridades da província continuam empenhadas em melhorar as condições de vida das crianças e em reduzir a mortalidade infantil.
Manuel Campos lembrou que “as crianças merecem uma a­tenção especial e por isso na legislação angolana têm prioridade absoluta".

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