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Motociclistas dão sangue

Francisco Curihingana | Malange

Um grupo de 30 jovens que se dedica à actividade de táxi, os chamados kupapatas, deu sangue à hemoterapia do Hospital Geral de Malange.

O chefe adjunto da hemoterapia, João Moisés, pediu que o exemplo destes jovens motociclistas seja seguido pela sociedade, uma forma de se colmatar a carência de sangue naquela unidade hospitalar.
O Hospital Geral de Malange tem falta de reservas suficientes para atender a procura em termos de solicitação, devido ao diminuto número de dadores voluntários que, de acordo com a­quele responsável, não ultrapassa cinco, o que aumenta a preocupação.
“Estamos realmente preocupado com o caso que considero grave”.De acordo com João Moisés, os grupos negativos são os mais difíceis, pelo que aproveitou a oportunidade para pedir às diversas sensibilidades da sociedade que dêem sangue.
Para o presidente da Associação dos Motoqueiros de Malange, Peres António, o gesto foi a forma encontrada para ajudar o hospital a repor um tão importante produto.
Garantiu, ainda, mobilizar periodicamente mais jovens da Associação a aderirem ao gesto que salva vidas.

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