Províncias

Plano de desenvolvimento prevê fiscalização das acções

Venâncio Victor| Malange

O acompanhamento das acções de desenvolvimento comunitário levadas a cabo pelas organizações governamentais e não-governamentais, que operam em Malange, foi uma das recomendações saídas da segunda reunião ordinária do Conselho Municipal de Auscultação e Concertação Social, realizada na quinta-feira.

Administradora Teresa Dias de Abreu
Fotografia: Eduardo Cunha

O acompanhamento das acções de desenvolvimento comunitário levadas a cabo pelas organizações governamentais e não-governamentais, que operam em Malange, foi uma das recomendações saídas da segunda reunião ordinária do Conselho Municipal de Auscultação e Concertação Social, realizada na quinta-feira.
O encontro, presidido pela administradora municipal de Malange, Teresa Dias de Abreu, juntou várias individualidades, entre chefes de repartição municipal, autoridades tradicionais e religiosas, Organizações Não-Governamentais e sociedade civil.
Os membros do Conselho consideraram que a actual capacidade de produção de água para a cidade de Malange, que ronda os quatro mil metros cúbicos diários, é irrisória para satisfazer as necessidades.
Por outro lado, recomendaram, à Administração Municipal de Malange, a construção de estruturas desportivas nos bairros da cidade, destinadas à ocupação dos tempos livres da juventude.
Os participantes na segunda reunião do Conselho de Auscultação e Concertação Social defenderam também a necessidade premente do povoamento e repovoamento do Polígono Florestal da cidade e tomaram conhecimento da reabertura do novo mercado, no bairro da Catepa, cujas obras foram financiadas pelo Governo central. Foram ainda informados sobre os critérios de distribuição dos lotes de terreno, no bairro da Catepa.
Sobre as obras de construção e restauro de escolas de carácter definitivo na cidade.

Tempo

Multimédia