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Problemas dificultam afirmação dos clubes

Outro facto que não passou despercebido na conversa que mantivemos com Boaventura Dias “Tuia” sobre aquilo que foi “ontem” e é “hoje” o futebol malangino tem a ver com os problemas com que os clubes malanginos, sem excepção, se deparam.

Tuia recorda antigos talentos
Fotografia: Genivaldo Fonseca

Outro facto que não passou despercebido na conversa que mantivemos com Boaventura Dias “Tuia” sobre aquilo que foi “ontem” e é “hoje” o futebol malangino tem a ver com os problemas com que os clubes malanginos, sem excepção, se deparam.
“Esse clubes não se afirmam a nível nacional devido aos problemas que enfrentam, particularmente inerentes à falta de campos”, disse.
“Tuia” sublinha que o mais agravante ainda está no facto de “nem nas escolas existirem campos para a massificação das várias modalidades e particularmente do futebol”. “Um bom basquetebolista e um andebolista podem começar a prática com vinte anos, mas no que diz respeito ao futebol nunca teremos um bom Akwá a forjar-se nessa faixa”, recorda, acrescentado que, em consequência disso, deve se apostar na formação.
Não obstante todos esses revezes por que passa o futebol malanjino, lembra “Tuia”, ainda assim, foi possível forjar nomes sonantes em tempos idos. São os casos dos médios Lito Tuia (ex-jogador da Nocal, Dínamo de Malanje, Progresso, Independente do Tômbwa), Jamaica (Leões, Construtores de Malanje e Petro do Huambo), do defesa Moreno (ex-Nocal e Macotas), bem como o avançado Bolingó (Petro de Luanda). 

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